... em que, do alto da tua inteligência, pensas que estás a fazer algo fantástico e depois.... só consegues pensar "sou mesmo assim tão estúpida?"
Ah, adoro estes momentos!
domingo, 5 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
como é que é possível...
... que este badameco tenha passado disto
(Titanic)
a isto ?
(The Great Gatsby)
A evolução deste meia-leca desde os tempos d'"A Praia" ou "Titanic" foi surreal: Gangues de Nova York, O Aviador, Os Infiltrados, Ilha do Medo, A Origem, Django e pronto, The Great Gatsby... grandes filmes, protagonizados por um badameco por quem eu não dava tostão à uns anos atrás! There you go, Leo... well done!
feliz 2014
acho engraçado como 90% das pessoas começa "anos novos" a mentir - e pior, a mentir a si mesmos. os "neste ano eu vou..." são imensos, e duvido que alguns cheguem sequer a sair do pensamento.
independentemente do quão mágico seja o virar de um ano novo, com 365 páginas branquinhas para se poder escrever um livro fantástico... a vida dá-nos oportunidades todos os dias. para mim, a resolução de 2014 é tão somente ser capaz de ver as oportunidades, ter a capacidade de as agarrar, a força para as concretizar, e - porque não vou conseguir sempre - a lucidez para perceber onde falhei e como é que posso fazer melhor.
não quero só desejar um bom ano... quero fazê-lo acontecer. assim: que haja saúde, trabalho, amor, família, amigos... e muita felicidade - que os sonhos estou cá eu para os fazer acontecer!
independentemente do quão mágico seja o virar de um ano novo, com 365 páginas branquinhas para se poder escrever um livro fantástico... a vida dá-nos oportunidades todos os dias. para mim, a resolução de 2014 é tão somente ser capaz de ver as oportunidades, ter a capacidade de as agarrar, a força para as concretizar, e - porque não vou conseguir sempre - a lucidez para perceber onde falhei e como é que posso fazer melhor.
não quero só desejar um bom ano... quero fazê-lo acontecer. assim: que haja saúde, trabalho, amor, família, amigos... e muita felicidade - que os sonhos estou cá eu para os fazer acontecer!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
em jeito de balanço...
2013 foi um bom ano. fácil não é a palavra certa, mas bom, sim: olhando para trás agora, consigo perceber o quanto este ano me trouxe. deixei metade das minhas resoluções para 2013 por fazer - mas fiz milhentas outras coisas, que me trouxeram tantos bons momentos - que os maus acabam por ser "danos colaterais". aprendi imenso, lutei com empenho, perdi batalhas e ganhei guerras, encontrei - e também deixei ir - pessoas, ganhei amigos e conquistei mais um bocadinho do meu lugar ao sol. sou hoje melhor pessoa, ainda mais forte, ainda mais resiliente, com sonhos maiores e uma vontade ainda maior de os tornar realidade.
em 2013 eu viajei, entusiasmei-me pela corrida, fui a concertos brutais, tomei decisões - arrependi-me de algumas - e tomei decisões outra vez... e outra vez. li livros fabulosos, comprei outros tantos que estão empilhados para ler, ri-me com filmes de domingo à tarde, chorei (como seria de esperar) em episódios de Grey, fiz uma (outra) tatuagem - e já estou a pensar na próxima! redescobri pedaços de mim que julguei perdidos, encaixei desilusões e frustrações e fiz delas partes melhores de mim, deixei-me chorar sem motivo, ri-me sem motivo muitas mais vezes, fiquei feliz por poder partilhar do casamento de uma grande amiga. senti-me nostálgica quando ouvi músicas que me recordam outros tempos, vi (outra vez) os filmes do harry potter numa maratona que me durou dias.
o importante no final, mais do que aquilo que fiz, foi o que 2013 me trouxe para sentir - o coração apertado de saudades, acelerado de entusiasmo, desiludido nas expectativas, triste por saber que (não interessa o motivo) não podia fazer mais nada para que fosse diferente, feliz nos reencontros, forte nas batalhas, em êxtase nas vitórias, vulnerável nas decisões, confiante nas escolhas e revoltado nas injustiças.
2013 deu-me a possibilidade de fazer de mim mesma um espírito mais forte, num coração mais forte, numa mente mais sã. em jeito de balanço... foi um bom ano. 2014 será com certeza melhor - até porque estou empenhada em fazer com que assim seja! Feliz 2014!
em 2013 eu viajei, entusiasmei-me pela corrida, fui a concertos brutais, tomei decisões - arrependi-me de algumas - e tomei decisões outra vez... e outra vez. li livros fabulosos, comprei outros tantos que estão empilhados para ler, ri-me com filmes de domingo à tarde, chorei (como seria de esperar) em episódios de Grey, fiz uma (outra) tatuagem - e já estou a pensar na próxima! redescobri pedaços de mim que julguei perdidos, encaixei desilusões e frustrações e fiz delas partes melhores de mim, deixei-me chorar sem motivo, ri-me sem motivo muitas mais vezes, fiquei feliz por poder partilhar do casamento de uma grande amiga. senti-me nostálgica quando ouvi músicas que me recordam outros tempos, vi (outra vez) os filmes do harry potter numa maratona que me durou dias.
o importante no final, mais do que aquilo que fiz, foi o que 2013 me trouxe para sentir - o coração apertado de saudades, acelerado de entusiasmo, desiludido nas expectativas, triste por saber que (não interessa o motivo) não podia fazer mais nada para que fosse diferente, feliz nos reencontros, forte nas batalhas, em êxtase nas vitórias, vulnerável nas decisões, confiante nas escolhas e revoltado nas injustiças.
2013 deu-me a possibilidade de fazer de mim mesma um espírito mais forte, num coração mais forte, numa mente mais sã. em jeito de balanço... foi um bom ano. 2014 será com certeza melhor - até porque estou empenhada em fazer com que assim seja! Feliz 2014!
sábado, 28 de dezembro de 2013
28.12.1985
e pronto, mais uma volta ao sol completa. 28 anos - cheios de momentos, vitórias, derrotas, sorrisos, risos, lágrimas, amigos, família, aventuras, viagens, festejos. é bom ter os meus 28 anos.
yep, é bom.
yep, é bom.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Night Train To Lisbon
é impressionante como portugal tem tantas histórias para contar. night train to lisbon é um filme com grandes nomes, grandes interpretações, grandes cenários (lisboa é linda!)... mas sobretudo, uma grande história. a intriga de um amor no tempo da ditadura, da lealdade baseada na verdade e na luta, as amizades que se criam sob o ferro da opressão e se desfazem à luz de grandes amores, o peso das recordações de quem é ainda vivo para recordar... e a viagem até ao fundo de nós mesmos despoletada pelas palavras de um médico da resistência, com o dom da escrita e voracidade de viver.
a riqueza da história, a profundidade com que o protagonista se identifica com uma história num livro, a beleza das paisagens, e a carga dramática de uma história com um drama político como fundo - tudo junto faz deste filme, um grande filme.
a riqueza da história, a profundidade com que o protagonista se identifica com uma história num livro, a beleza das paisagens, e a carga dramática de uma história com um drama político como fundo - tudo junto faz deste filme, um grande filme.
Não quero viver num mundo sem catedrais. Preciso de sua beleza e de sua transcendência. Preciso delas contra a vulgaridade do mundo. Quero erguer o meu olhar para seus vitrais brilhantes e me deixar cegar pelas cores etéreas. Preciso do seu esplendor. Preciso dele contra a gritaria no pátio da caserna e a conversa frívola dos oportunistas. Quero escutar o som oceânico do órgão, essa inundação de sons sobrenaturais. Preciso dele contra a estridência ridícula das marchas. Amo as pessoas que rezam. Preciso de sua imagem. Preciso dela contra o veneno traiçoeiro do supérfluo e da negligência. Quero ler as poderosas palavras da Bíblia. Preciso da força irreal de sua poesia. Preciso dela contra o abandono da linguagem e a ditadura das palavras de ordem. Um mundo sem essas coisas seria um mundo no qual eu não gostaria de viver.
Mas existe ainda um outro mundo no qual eu não quero viver: um mundo em que se demoniza o corpo e o pensamento independente e onde as melhores coisas que podemos experimentar são estigmatizadas e consideradas pecado. O mundo em que nos é exigido amar os tiranos, os opressores e assassinos, mesmo quando seus brutais passos marciais ecoam atordoantes pelas vielas ou quando se esgueiram, silenciosos e felinos, como sombras covardes pelas ruas e travessas para enterrar, por trás, o aço faiscante no coração de suas vítimas. Entre todas as afrontas que se lançaram do alto dos púlpitos às pessoas, uma das mais absurdas é, sem dúvida, a exigência de perdoar e até de amar essas criaturas. Mesmo se alguém o conseguisse, isso significaria uma falsidade sem igual e um esforço de abnegação desumano que teria que ser pago com a mais completa atrofia. Esse mandamento, esse desvairado e absurdo mandamento do amor para com o inimigo, serve apenas para quebrar as pessoas, para lhes roubar toda a coragem e toda a autoconfiança e para torná-las maleáveis nas mãos dos tiranos, para que não consigam encontrar forças para se levantar contra eles, se necessário, com armas.
Venero a palavra de Deus, pois amo a sua força poética. Abomino a palavra de Deus, pois odeio a sua crueldade. Este amor é um amor difícil, pois tem que distinguir constantemente entre o brilho das palavras e a subjugação verborrágica a uma divindade presumida. Este ódio é um ódio difícil, pois como é que podemos nos permitir odiar palavras que fazem parte da própria melodia da vida nessa parte da Terra? Palavras que para nós foram dadas como finais, quando começamos a pressentir que a vida visível não pode ser toda a vida? Palavras sem as quais não seríamos aquilo que somos?
Mas não nos esqueçamos: são palavras que exigem de Abraão que sacrifique o seu próprio filho como se fosse um animal. O que fazer com a nossa ira quando lemos isto? Um Deus que acusa Jó de disputar com ele quando nada sabe e nada entende? Quem foi que o criou assim? E por que seria menos injusto quando Deus lança alguém no infortúnio sem motivo do que quando um comum mortal o faz? E Jó não teve todos os motivos para a sua queixa?
A poesia da Palavra divina é tão avassaladora que cala tudo e reduz toda e qualquer contestação a um uivo lastimável. É por isso que não se pode simplesmente pôr a Bíblia de lado, mas ela deve ser jogada fora assim que estejamos fartos de suas exigências e do jugo que ela nos impõe. Nela, manifesta-se um Deus avesso à vida, sem alegria, um Deus que quer restringir a poderosa dimensão de uma vida humana – o grande círculo que descreve quando está em plena liberdade – a um só e limitado ponto de obediência. Carregados com o fardo da mágoa e o peso do pecado, ressequidos pela subjugação e pela falta de dignidade da confissão, a testa marcada pela cruz de cinza, devemos marchar em direção à sepultura, na esperança mil vezes contestada de uma vida melhor a Seu lado; mas como pode ser melhor ao lado de alguém que antes nos privou de todos os prazeres e de todas as liberdades?
E, no entanto, as palavras que vêm de Deus e para ele se dirigem são de uma beleza avassaladora. Como as amei nos tempos de coroinha! Como me embriagaram no brilho das velas do altar! Como pareceu claro, tão claro quanto a luz do sol, que aquelas palavras fossem a medida de todas as coisas! Como parecia incompreensível, para mim, que as pessoas dessem importância também para outras palavras, quando cada uma delas não podia significar mais do que dispersão desprezível e perda da essência! Ainda hoje paro quando escuto um canto gregoriano, e durante um instante irrefletido fico triste que este estado de embriaguez tenha dado lugar irremediavelmente à rebelião. Uma rebelião que se ateou em mim como uma labareda quando, pela primeira vez, escutei estas palavras: sacrificium entellectus.
Como podemos ser felizes sem a curiosidade, sem questionamentos, dúvidas e argumentos? Sem o prazer de pensar? As duas palavras que são como um golpe de espada que nos decapita não significam nada menos senão a exigência de vivenciar nossos sentimentos e nossas ações contra o nosso pensar, são um convite para uma dilaceração ampla, a ordem de sacrificar precisamente o núcleo da felicidade: a harmonia interior e a concordância interna de nossa vida. O escravo na galé está acorrentado, mas pode pensar o que quiser. Mas o que Ele, o nosso Deus, exige de nós, é que interiorizemos com nossas próprias mãos a escravidão nas profundezas mais profundas e que, ainda por cima, o façamos voluntariamente e com alegria. Pode haver escárnio maior?
Em sua onipresença, o Senhor é alguém que nos observa dia e noite, que a cada hora, cada minuto, cada segundo registra nossas ações e nossos pensamentos, nunca nos deixa em paz, nunca nos permite um momento sequer em que possamos estar a sós conosco. Mas o que é um ser humano sem segredos? Sem pensamentos e desejos que apenas ele próprio conhece? Os torturadores, os da Inquisição e os atuais, sabem: corte-lhe a possibilidade de se retirar para dentro, nunca apague a luz, nunca o deixe a sós, negue-lhe o sono e o sossego, e ele falará. O fato de a tortura nos roubar a alma significa: ela destrói a solidão com nós mesmos, da qual necessitamos como do ar para respirar. O Senhor, nosso Deus, nunca percebeu que, com sua desenfreada curiosidade e sua repugnante indiscrição, nos rouba uma alma que, ainda por cima, deve ser imortal?
Quem é que realmente quer ser imortal? Quem quer viver por toda a eternidade? Como deve ser tedioso e vazio saber que não tem a menor importância o que acontece hoje, este mês, este ano, pois ainda sucederão infinitos dias, meses, anos. Infinitos no sentido literal da palavra. Alguma coisa ainda contaria, neste caso? Não precisaríamos mais contar com o tempo, não perderíamos mais oportunidades, não teríamos mais que nos apressar. Seria indiferente se fizéssemos alguma coisa hoje ou amanhã, totalmente indiferente. Diante da eternidade, negligências milhões de vezes repetidas se tornariam um nada e não faria mais sentido lamentar alguma coisa, pois sempre haveria tempo para recuperar. Não poderíamos nem mesmo nos entregar à simples fruição do dia, pois essa sensação de bem-estar decorre da consciência do tempo que se esvai, o ocioso é um aventureiro perante a morte, um cruzado contra o ditado da pressa. Onde ainda existe espaço para o prazer em esbanjar tempo quando existe tempo sempre, em todo lugar, para tudo e para todos?
Um sentimento não é idêntico quando se repete. Tinge-se de outras nuances pela percepção do seu retorno. Cansamo-nos dos nossos sentimentos quando se repetem muitas vezes ou duram demais. Na alma imortal surgiria, portanto, um tédio gigantesco e um desespero gritante perante a certeza de que aquilo nunca acabará, nunca. Os sentimentos querem evoluir, e nós com eles. São o que são porque repelem o que já foram e porque fluem em direção a um futuro onde mais uma vez se afastarão de nós. Se esse caudal desaguasse no infinito, milhares de sensações teriam que surgir dentro de nós, que, acostumados a uma dimensão limitada de tempo, nunca conseguiríamos imaginar. De modo que, pura e simplesmente, nem sabemos o que nos é prometido quando ouvimos falar da vida eterna. Como seria sermos nós próprios na eternidade, sem o consolo de podermos, um dia, vir a ser redimidos da obrigação de sermos nós? Não o sabemos, e o fato de nunca o virmos a saber representa uma bênção. Pois uma coisa podemos estar certos: seria um inferno, esse paraíso da imortalidade.
É a morte que confere o instante a sua beleza e o seu pavor. Só através da morte é que o tempo se transforma num tempo vivo. Por que e que o Senhor, Deus onisciente, não sabe disso? Por que nos ameaça com uma imortalidade que só poderia significar um vazio insuportável?
Não quero viver num mundo sem catedrais. Preciso do brilho de seus vitrais, de sua calma gelada, de seu silêncio imperioso. Preciso das marés sonoras do órgão e do sagrado ritual das pessoas em oração. Preciso da santidade das palavras, da elevação da grande poesia. Preciso de tudo isso. Mas não menos necessito da liberdade e do combate a toda a crueldade. Pois uma coisa não é nada sem a outra. E que ninguém me obrigue a escolher.
(“Reverência e Aversão Perante a Palavra de Deus”. Discurso de Amadeu de Prado. O Trem Noturno para Lisboa. Capítulo 19)
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
breaking bad
começei este fim de semana a ver breaking bad, desde a season 1. é a série mais bem cotada da América, e é-o por um motivo muitissímo válido: é mesmo muito boa. o elenco, não sendo altamente conhecido, é de grande qualidade. a história, que já toda a gente conhece devido à publicidade do Markl, é original e viciante. que diabos faz um professor de química cinquentão fabricar metanfetaminas? ou melhor, o que é que, a cada um de nós, seria capaz de nos fazer passar da cabeça? onde é que temos desenhada "aquela linha que separa" a nossa sanidade mental das loucuras que cometemos? enfim, basicamente, a história principal está muito bem escrita, e todas as histórias que gravitam à volta também - e o título? genial!
domingo, 6 de outubro de 2013
Aveiro Night Runners
Fui ontem cheia de vontade à Aveiro Night Run - e aquilo é fixe! Foram 7kms a um ritmo jeitosinho, e demorei 40'' para dar a volta ao percurso. O objectivo é, em Dezembro, ser capaz de fazer 10 kms em 50'' - que apesar de duvidar de conseguir, parece-me que pelo menos estou a fazer de tudo para tal!
terça-feira, 1 de outubro de 2013
resignada
tirei as galochas da caixa e calçei-as, não sem alguma tristeza. a chuva veio para ficar. bright side? vêm aí as noites chuvosas de lareira acesa e séries acompanhadas de chocolate quente e bolachas. after all, I can live with that!
domingo, 29 de setembro de 2013
orange is the new black
ora bem, por onde começar? é uma série imdb de 8,6/10 que se desenrola à volta de Piper Chapman, uma gaja que tinha tudo para ser feliz mas que, à conta de um erro feito 10 anos atrás, vai parar à prisão. mais do que uma história passada na prisão, esta explora as pessoas da prisão: o que as levou até ali, quem elas eram e as desventuras que as criaram. é uma lição de vida: não há bem que sempre dure, nem mal que não acabe!
sábado, 28 de setembro de 2013
na vez da color run...
... vou fazer uma series run! Estão na lista de séries a consumir nomes como The Bridge, Breaking Bad, Boardwlak Empires, Game of Thrones, Grey's Anatomy, Modern Family e The Big Bang Theory - ao que, me parece, vou ter um fim de semana animado!
Até segunda!
Até segunda!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
i'm away
... and nearly dead.
isto é tanta coisa para aprender... que eu ando completamente absorvida. bottom line: estava mesmo a precisar disto!
isto é tanta coisa para aprender... que eu ando completamente absorvida. bottom line: estava mesmo a precisar disto!
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
o fim de semana...
... soube que nem ginjas. vila nova de mil fontes fica longe para xuxu, mas a viagem soube mesmo a férias: sol, descanso, praia, passeio, caches, fotografia, jantares prolongados, cervejas e tremoços.
o programa foi simples: ir para vnmf, dar um salto a porto covo, passar por sto andré, ir almoçar à comporta, atravessar de ferry para setúbal e voltar para casa. pelo caminho, tirar umas fotos e fazer umas caches.
o programa foi simples: ir para vnmf, dar um salto a porto covo, passar por sto andré, ir almoçar à comporta, atravessar de ferry para setúbal e voltar para casa. pelo caminho, tirar umas fotos e fazer umas caches.
venha de lá essa semana!
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
e avizinha-se o fim de semana
e vou dar um "saltito" ali a 400 kms... vai saber bem, para terminar a semana e descansar para os desafios que me esperam na próxima! bom fim de semana!
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
breathtaking
o tema do abandono permite sempre imagens fortes, com carácter, que nos fazem pensar. o tema do abandono nas mãos de fotógrafos de excelência adiciona ainda o arrepio que nos percorre a espinha e a falha súbita de respiração, quando olhamos para as fotografias, boquiabertos.
ora atentem nesta fotografia de uma cidade imersa à 1341 anos, na China. qualquer coisa, não ?!?
na minha opinião, o tema do abandono é dos mais fantásticos e fortes que existe. permite-me a introspeção, o reconhecimento da minha total impotência face à passagem do tempo, faz-me parar o coração como se subitamente não fosse mais capaz de respirar face à brutalidade das evidências, faz-me questionar... e até mesmo, muito de vez em quando, querer perder-me naquelas imagens sombrias, cruas e frias.
o HDR ajuda também imenso a dar este toque de Tim Burton (que eu gosto tanto!) às fotografias... mas o que seria de nós sem tecnologia, certo? anyway, se quiserem mais fotinhas, é só ir aqui. vale a pena!
ora atentem nesta fotografia de uma cidade imersa à 1341 anos, na China. qualquer coisa, não ?!?
ou até mesmo esta, da Michigan Central Station, em Detroit:
na minha opinião, o tema do abandono é dos mais fantásticos e fortes que existe. permite-me a introspeção, o reconhecimento da minha total impotência face à passagem do tempo, faz-me parar o coração como se subitamente não fosse mais capaz de respirar face à brutalidade das evidências, faz-me questionar... e até mesmo, muito de vez em quando, querer perder-me naquelas imagens sombrias, cruas e frias.
o HDR ajuda também imenso a dar este toque de Tim Burton (que eu gosto tanto!) às fotografias... mas o que seria de nós sem tecnologia, certo? anyway, se quiserem mais fotinhas, é só ir aqui. vale a pena!
e hoje, há serão
e de muito bom gosto. falta atar aqui umas pontas, falta explicar aqui umas coisas, falta resolver aqui um bugzito e apesar de eu não ir para a China... sinto-me como se fosse a véspera do meu primeiro dia de escola. hoje há serão, mas amanhã é um dia novo! iei!
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