domingo, 29 de setembro de 2013

orange is the new black

ora bem, por onde começar? é uma série imdb de 8,6/10 que se desenrola à volta de Piper Chapman, uma gaja que tinha tudo para ser feliz mas que, à conta de um erro feito 10 anos atrás, vai parar à prisão. mais do que uma história passada na prisão, esta explora as pessoas da prisão: o que as levou até ali, quem elas eram e as desventuras que as criaram. é uma lição de vida: não há bem que sempre dure, nem mal que não acabe!

sábado, 28 de setembro de 2013

na vez da color run...

... vou fazer uma series run! Estão na lista de séries a consumir nomes como The Bridge, Breaking Bad, Boardwlak Empires, Game of Thrones, Grey's Anatomy, Modern Family e The Big Bang Theory - ao que, me parece, vou ter um fim de semana animado!

Até segunda!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

i'm away

... and nearly dead.

isto é tanta coisa para aprender... que eu ando completamente absorvida. bottom line: estava mesmo a precisar disto!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

o fim de semana...

... soube que nem ginjas. vila nova de mil fontes fica longe para xuxu, mas a viagem soube mesmo a férias: sol, descanso, praia, passeio, caches, fotografia, jantares prolongados, cervejas e tremoços.

o programa foi simples: ir para vnmf, dar um salto a porto covo, passar por sto andré, ir almoçar à comporta, atravessar de ferry para setúbal e voltar para casa. pelo caminho, tirar umas fotos e fazer umas caches.







venha de lá essa semana!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

e avizinha-se o fim de semana

e vou dar um "saltito" ali a 400 kms... vai saber bem, para terminar a semana e descansar para os desafios que me esperam na próxima! bom fim de semana!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

breathtaking

o tema do abandono permite sempre imagens fortes, com carácter, que nos fazem pensar. o tema do abandono nas mãos de fotógrafos de excelência adiciona ainda o arrepio que nos percorre a espinha e a falha súbita de respiração, quando olhamos para as fotografias, boquiabertos.

ora atentem nesta fotografia de uma cidade imersa à 1341 anos, na China. qualquer coisa, não ?!?


ou até mesmo esta, da Michigan Central Station, em Detroit:



na minha opinião, o tema do abandono é dos mais fantásticos e fortes que existe. permite-me a introspeção, o reconhecimento da minha total impotência face à passagem do tempo, faz-me parar o coração como se subitamente não fosse mais capaz de respirar face à brutalidade das evidências, faz-me questionar... e até mesmo, muito de vez em quando, querer perder-me naquelas imagens sombrias, cruas e frias.

o HDR ajuda também imenso a dar este toque de Tim Burton (que eu gosto tanto!) às fotografias... mas o que seria de nós sem tecnologia, certo? anyway, se quiserem mais fotinhas, é só ir aqui. vale a pena!

e no seguimento da boa onda em que tenho andado estes dias


e hoje, há serão

e de muito bom gosto. falta atar aqui umas pontas, falta explicar aqui umas coisas, falta resolver aqui um bugzito e apesar de eu não ir para a China... sinto-me como se fosse a véspera do meu primeiro dia de escola. hoje há serão, mas amanhã é um dia novo! iei!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

como seria de esperar

a euforia está a acalmar, e estou finalmente a voltar à realidade - que, bem vistas as coisas, é tramada. começo agora a aperceber-me da dimensão da coisa. e é quando chega esta fase que se vê quem é que é capaz de agarrar-o-touro-pelos-cornos. quando começamos a ver que há mais problemas que fome no mundo (e continuamos a achar que foi a melhor coisinha que nos podia ter acontecido), que valia mais enfiar tudo no lixo e fazer de novo (e continuamos a achar que foi a melhor coisinha que nos podia ter acontecido), que vamos de certeza ter problemas com as barbies do sítio (e continuamos a achar que foi a melhor coisinha que nos podia ter acontecido), que vamos ter que dar o litro - e meio - para conseguirmos fazer alguma coisa de jeito (e continuamos a achar que foi a melhor coisinha que nos podia ter acontecido) é que se vê quem é que tem pescoço para meter no cepo.

eu já vi isto tudo, e sim - continuo a achar que foi a melhor coisinha que me podia ter acontecido. tenho oficialmente o meu pescoço no cepo - e eu estou armada até aos dentes para evitar que o mesmo se separe do resto do corpo. let them come!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

por mero acaso

passou aqui no spotas o love don't let me go do meu adorado caro Davidzinho. em modo automático, começei a cantar (mentalmente, don't worry kiddos!) até que me apercebi de que, apesar do contexto não ser exactamente o mesmo, a letra se aplica em mim que nem uma luva, neste momento. ora atentem:

You've got me dancin' and cryin' -  check, estou numa alegria tal que até me apetece chorar
rollin' and flying - check, estou mesmo mesmo mesmo contentinha!
love don't let me go - ok, chegámos à parte em que o contexto não se aplica
you got me drownin' in a river - check, até custa a respirar, carambas!
all burned and fever - check, check, check
love don't let me go - again, não se aplica (but who cares?)

see? amazing!

(quase que diria que estou a exagerar, mas acho que não é preciso... que esse é o meu estado por defeito!)

de ontem para hoje

... tornei-me subitamente uma gaja diferente. não digo que melhor (!), mas claramente diferente. e porquê? porque me deram uma prendinha pela qual eu andava a ansiar à já muito tempo. muito, mui-to tempo.

quando me estiquei na cama, ontem, com o coração aos saltos pela expectativa de um desafio completamente novo, e depois de receber "parabéns" e "agora é que vai ser!" e "aleleuia!" e "que bom, fico muito contente por ti" ou até mesmo risos tão histéricos como os meus do outro lado do telefone quando dei a notícia, custou-me a adormecer. custou tanto que cheguei a um ponto em que o meu corpo já não tinha posição para estar. doía-me tudo. mas tipo, tudo. nevertheless, o sorriso que tinha na cara mostrava bem que estou-bem-a-lixar-me-se-não-consigo-dormir-que-eu-quero-é-que-chegue-amanhã.

e o amanhã chegou. o despertador tocou e eu acordei instantaneamente. ainda estive um tempinho a deixar a parte física da minha pessoa acordar (face à péssima noite de descanso que tive), mas a minha mente ficou logo a 1000. "tenho que acabar aquilo, fazer aquilo assim, o outro assado, não me posso esquecer disto, tenho que mandar este email" e tal e coiso foram logo os primeiros pensamentos. e acreditem quando digo que há já muito tempo que os meus primeiros pensamentos não eram o trabalho. primeiros. sabem o que isso significa? quando os primeiros pensamentos do dia são direccionados ao trabalho (além de que me vou tornar uma workaholic pior do que já sou)? significa que estou pronta para outra viagem. outros desafios, outros caminhos. dar um passo atrás, e ganhar a oportunidade de dar dois à frente. e eu sei que vou conseguir. no doubt about it!

e, pel'amor da santa, eu já merecia! bring it on!


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

... and it's a hell of a monday!

consegui. consegui. consegui. consegui. consegui. consegui. consegui, carambas!

it's just another manic monday

... as they say. and i agree. it's just another manic monday.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

e mais 10 kms nas pernas!

isto tem sido um tal correr. dia 15 seria a meia maratona sport zone, que eu claramente ainda não tenho pernas para enfrentar, mas estou no bom caminho. hoje, foram 10 kms numa hora, sem parar. e esta do sem parar é uma coisa boa... porque começo a aprender a recuperar em "modo" corrida, o que me há-de um dia permiti chegar aos 10 kms em 50'', ou mesmo à meia maratona, ou mesmo à maratona inteira.

i'm proud. and that's all.

namora uma rapariga que lê

"Namora uma rapariga que lê. Namora uma rapariga que gaste o dinheiro dela em livros, em vez de roupas. Ela tem problemas de arrumação porque tem demasiados livros. Namora uma rapariga que tenha uma lista de livros que quer ler, que tenha um cartão da biblioteca desde os doze anos.

Encontra uma rapariga que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro por ler dentro da mala. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um grito imperceptível ao encontrar o livro que queria. Vês aquela miúda com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros em segunda mão? É a leitora. Nunca resistem a cheirar as páginas, especialmente quando ficam amarelas.

Ela é a rapariga que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a chávena, vês que a espuma do leite ainda paira por cima, porque ela já está absorta. Perdida num mundo feito pelo autor. Senta-te. Ela pode ver-te de relance, porque a maior parte das raparigas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunta-lhe se está a gostar do livro.

Oferece-lhe outra chávena de café com leite.

Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entende que, se ela disser ter percebido o Ulisses de James Joyce, é só para soar inteligente. Pergunta-lhe se gosta da Alice ou se gostaria de ser a Alice.

É fácil namorar com uma rapariga que lê. Oferece-lhe livros no dia de anos, no Natal e em datas de aniversários. Oferece-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Oferece-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Percebe que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade – mas, caramba, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco com o seu livro favorito. Se ela conseguir, a culpa não será tua.

Ela tem de arriscar, de alguma maneira.

Mente-lhe. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.

Desilude-a. Porque uma rapariga que lê compreende que falhar conduz sempre ao clímax. Porque essas raparigas sabem que todas as coisas chegam ao fim. Que podes sempre escrever uma sequela. Que podes começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.

Porquê assustares-te com tudo o que não és? As raparigas que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Excepto na saga Crepúsculo.

Se encontrares uma rapariga que leia, mantém-na perto de ti. Quando a vires acordada às duas da manhã, a chorar e a apertar um livro contra o peito, faz-lhe uma chávena de chá e abraça-a. Podes perdê-la por um par de horas, mas ela volta para ti. Falará como se as personagens do livro fossem reais, porque são mesmo, durante algum tempo.

Vais declarar-te num balão de ar quente. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Pelo Skype.

Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das vossas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar os vossos filhos ao Gato do Chapéu e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da vossa velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das tuas botas.

Namora uma rapariga que lê, porque tu mereces. Mereces uma rapariga que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. Se só lhe podes oferecer monotonia, horas requentadas e propostas mal cozinhadas, estás melhor sozinho. Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma rapariga que lê.

Ou, melhor ainda, namora uma rapariga que escreve."



(Texto de Rosemary Urquico, encontrado no blogue de Cynthia Grow. 
Tradução “informal” de Carla Maia de Almeida para celebrar o Dia Mundial do Livro, 23 de Abril.)

acerca do batman e tal e coiso

o ben affleck é um mau actor (e deixem-se lá de coisas acerca do bem que ele fica no ecrã, ok?) - check;
o batman é, de todos os super-heróis da marvel, o pior (quase que me atrevia a dizer que vai muito além da marvel) - check;
o christian bale foi o melhor que podia ter acontecido ao batman, mas achou que fazer um péssimo filme ia ser mau para a carreira dele - check;

uma vez que isto é tudo verdade, qual é a grande novidade do novo filme do batman ?

hoje é um bom dia

porque é 6ª feira treze e anda tudo com muita cautela... não vá o diabo tecê-las. deste modo, e uma vez que são 11 da manhã e ainda ninguém me moeu o juízo (por causa da bendita superstição de não tentar o demónio - aka eu - neste dia)... acho que posso afirmar, com um grau de confiança bastante alto, que vai ser um bom dia. obrigado sexta feira dia 13. o-bri-ga-do.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

deve ser isto, a saudade

aquele aperto no peito de cada vez que passamos por sítios onde já estivémos com as "nossas" pessoas - e que deixaram de o ser ou que estão longe, aquele sorriso que nos nasce nos lábios - um tudo nada triste, um tudo tudo nostálgico, um nada nada dramático e um nada tudo misterioso - sempre que passamos os olhos por fotografias de tempos que já lá vão, aquela chamada telefónica que nos apetece fazer sempre que nos lembramos de gostos comuns e que acabamos por fazer - assim meio a medo, como quem não sabe se está a interromper alguma coisa mais importante ou se será ainda bem recebido - dando origem a horas intermináveis de conversa, aquela música que ouvimos e nos recorda um qualquer momento da vida que nos marcou de algum modo e que deixa em nós um rasto de nostalgia ou ainda aqueles segundos do dia em que, por mais concentrados que estejamos, não conseguimos deixar de nos lembrar do ar da praia naquele dia de verão em que fomos felizes num qualquer sítio do mundo - resultando numa onda de frustração por lá não estarmos.

deve ser isto, a saudade. palavra que existe em poucas línguas, ou pelo menos, com a dimensão que ser português lhe imprime - sou somos dramáticos, exagerados, intensos, teatrais. saudade. eu tenho saudades de muitas coisas, principalmente numa dimensão mais recente da minha vida, e querem saber... ? eu gosto. de ter saudades. porque aquele cliché de "não levamos mais nada da vida" é muito verdade. eu já tenho que levar e espero ter muito mais. por isso... venham de lá essas saudades!

dito isto, é tudo. vou retornar daquele momento na praia num verão num qualquer sítio do mundo e trabalhar... que também é preciso!

já me ri que nem uma perdida hoje...

... por causa de um email onde estava inscrito este pedaço de texto, tão bom: vosses almossam taum sedo qe ate fas aflissão!

Ah, que boa gargalhada!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ainda acerca do post anterior

never forget what you are. the rest of the world will not.
wear it like armor, and it can never be used to hurt you.

Tyrion Lannister - Game of Thrones