sábado, 21 de julho de 2012

Billy Idol e Gogol Bordello

Foram grandes atuações, ontem.
Não estava à espera de um Billy Idol cheio de energia, garra, dinamismo e vontade de encantar o público português, que encheu o recinto do Marés Vivas.
Não estava à espera de saltos, pulos, viagens ao público, mudas de roupa, horas de concerto.
Não estava à espera que achar Billy Idol muito melhor que Garbage. Mas a verdade é que foi.

«Show Fullscreen»
[foto daqui]

E na continuação, Gogol não decepcionaram. Conhecia 1 ou 2 músicas, mas pulei e saltei em todas. Adorei, e desejei poder vê-los mais vezes.

[foto daqui]

No final da noite, estoirados - mas muito divertidos - caí na cama e fiquei com a ligeira sensação de que, se Franz tivesse sido no mesmo dia, não seria preciso mais nada para fazer um trio de sucesso.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Garbage e Kaiser Chiefs

... foram ontem uma grande e média desilusão, respectivamente. Estive completamente desligada - e aborrecida.

Valeram os The Paperboats, em que o pouco tempo que lá estivémos deu para ouvir boas músicas conhecidas.


Para hoje, temos Ebony Bones, Billy Idol e Gogol Bordello. E uma manhã inteira para dormir amanhã. Sim, porque hoje é sexta-feira, temos concertos na calha & é o princípio de 4 dias de mini-férias!

Welcome weekend!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Franz Ferdinand

[notícia no "jornal de notícias" aqui]

Foi uma boa surpresa! O Marés reserva-me sempre alguma coisinha boa, principalmente quando vou céptica e queria-era-mesmo-vir-no-dia-de. Ontem, fui descansada (afinal, tenho o passe para os dias todos), e esperei para ver se seria mesmo tão bom quanto me tinham dito.

Sim, foi. Foi um concerto divertido, cheio de groove, com músicas mais-ou-menos conhecidas (por mim) - mas nem por isso menos animado e sensacional. As 2 músicas que eu conhecia de cor, foi cantar e pular até não dar mais.

E... adorei o visual. Os bigodes, o cabelo à escovinha, as camisas sem colarinho ou debruadas a amarelo, deram-lhes um ar definitivamente muito... diferente. Foram impecáveis. 5* mesmo.

[imagem by love.photographer]

[imagem by love.photographer]

No final, assistimos a um fecho original, e respirámos de alívio porque já-estamos-quase-a-poder-sentar!

Hoje, temos Garbage e Kaiser Chiefs. Esperemos que seja mais uma vez de arromba!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

31º

é a temperatura que faz hoje em Aveiro. Calooooooooooooooor, sem ponta de vento (que aqui não é normal), abafado e mesmo mesmo mesmo à moda de estar na esplanada a beber alguma coisa fresca. Ao invés, estou aqui encafuada, a desesperar pelo fim de semana.

Ah pois, quase que me esquecia... Para o final de semana, esperam-se descidas de temperatura.

Parece-me que até o São Pedro está feito com a crise... it sucks!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

And here we are again...

... para mais uma semana.

Para variar um pouco, esta começa adoçada por umas "balas".


Diretinhas do Rio de Janeiro!

sábado, 14 de julho de 2012

42 dias depois...

chegou o T.!

Tal como eu previra, chegou cheio de histórias, malas, prendas, risos e expressões!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

E é já amanhã!


Amanhã. Amanhã é o dia da chegada.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Hoje...

... quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, amar mais. Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipocas, ler ainda mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero uma tatuagem. Quero olhar-me mais. Cortar mais os cabelos. Apanhar mais sol e mais banhos de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais.


Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar mais para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos de quem me fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. 


“E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha". - Fernando Pessoa

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O alcançe da solidariedade...

... e o bem que isso (nos) faz é um tema largamente discutido nos dias de hoje, em que a crise arruina famílias, desgraça empregos, sacrifica pessoas.

Há sempre um familiar/amigo/conhecido que passa dificuldades, pessoas que conhecemos nos nossos dias e nas nossas horas. Pessoas com rosto, com voz - e a essas é sempre mais fácil ajudar. Porque estão ali, porque fazem parte de nós ou das nossas vidas.

Mas e quando, num apelo à blogosfera contando uma história (lá está, de alguém que faz parte da vida de alguém) sobre uma criança e os seus pais, também se gera uma onda de solidariedade? Somos um povo solidário, dado às causas humanas, e gostamos de ajudar.

Sim sim, existem n de pessoas e crianças com dificuldades neste mundo, mas a Bia tem um rosto para alguém, e portanto também tem para mim - numa iniciativa conjunta com a Vera, juntámo-nos à causa e ajudámos como pudémos.

A história da Bia (e respectiva família) é tão simples como bonita, cheia de coragem, força e vontade de viver.
Deixo-vos assim um pequeno excerto da sua história, do sítio onde a conheci:

""Tens um mano na tua barriga?" - entrou de rompante pelo meu quarto. A mãe, internada no quarto ao lado, tentou demove-la. " Não incomodes a senhora! Anda cá!". Mas ela continuava a olhar para mim, de pé, à beira da minha cama de hospital. Olhos azuis, cabelo louro, 4 anos de gente.
...
A mãe, pálida e com ar gasto, grávida do mesmo tempo gestacional que eu, a contar-me da leucemia da filha, dos tratamentos de quimioterapia, da gravidez que pode ser uma esperança de vida, de mais vida ainda, o verdadeiro milagre da vida, para a filha que já vive. Das possibilidades de compatibilidade do novo bebé, que entretanto ganha pouco peso no útero, fruto do sistema nervoso da mãe que, internada, não acompanha pela primeira vez, em dois anos e meio, o ciclo de químio da filha.
...
E a menina canta- me aos pés. Elevo-a no elevador da cama, fica alta no cimo do colchão elevado. "Vou tocar no sol!"- e não parece doente, enquanto escorrega pelas minhas pernas, se ri às gargalhadas e folheia um livro que me ofereceu uma leitora deste blog.
A mãe a insistir que me deixe sossegada, sorriso exausto. Está desempregada, " ninguém dá trabalho a uma mulher que tem que faltar uma semana por mês para acompanhar a filha na quimioterapia". E, agora, internada. O marido teve que meter baixa para a substituir- "o dinheiro da baixa não vem logo no mês em que gozamos a baixa, este mês nao sei como irá ser". A filha, tagarela, dá gargalhadas e, por um momento, o sorriso abre-se, alheio aos problemas. Acaricia a barriga, como que a regar o crescimento do bebé que aí vem.
...
Lembro- me das discussões que temos tido acerca da preservação de células estaminais. Banco Público ou empresa privada? Se colocarmos no Banco Publico e aparecer alguém que precise, a nossa filha fica sem as suas células disponíveis. No Privado as células serão sempre guardadas para ela.
E a menina ali ao lado, a precisar de um transplante de medula. Não pode haver egoísmo na humanidade. Nem umbiguismo. Se a nossa filha fosse compatível, não hesitaríamos um segundo, sabemo-lo com o olhar, as palavras não são precisas.
E, finalmente, respondo "Sim, tenho uma (m)Ana na barriga!". Porque todos os bebés deveriam ser irmãos da menina.
A minha sê-lo-á."
em Quadripolaridades, aqui

"A mãe da Bia não me pediu nada nem eu queria pedir nada quando decidi contar a história da menina. Queria, tão só, partilhar convosco como por vezes nos centramos nos nossos problemas e no nosso umbiguismo e não nos damos ao trabalho de olhar para o lado e ver como há pessoas que nos dão lições de vida, sem se queixarem e sem auto-comiseração. Como podemos marcar a diferença se pensarmos macro e nos virmos como um todo, uma corrente de seres humanos interligados e que se podem ajudar com coisas simples. E queria, finalmente, explicar porque vou optar pelo Banco Público quando a minha filha nascer ao invés de pagar a um banco privado. 
Então, explicar à mãe da Bia que tinha amigas que a gostavam de ajudar foi complicado. É estranho explicar a alguém que "sabes, tenho um blog e as pessoas não me conhecem mas falei da tua história e querem ajudar-te!" soa meio weird. Mas a mãe da Bia não complicou e, comovida mas com a dignidade que lhe reconheci desde o primeiro dia, não nega a ajuda que lhe quiserem dar e que será, com toda a certeza, oportuna nesta altura. 
A mãe teve alta e está a descansar em casa agora, à espera que o novo bebé ganhe mais peso e lhe possa ser agendada a cesariana. Vai-se chamar Guilherme. 
A Bia continua em tratamentos, uma semana por mês faz quimioterapia no IPO de Lisboa. Mas deviam conhecê-la e perceber a energia que ela tem. Uma lição de vida.
E agora percebo a história de "estar de esperanças". Acho é que não se aplica só ao estado da gravidez. Porque, aprendi convosco uma coisa: quando a causa é maior estamos todos de esperanças. 
Um bem-haja a todos."
em Quadripolaridades, aqui

"Ainda estou tonta com a avalanche de amor que aqui demonstraram.
Sei que pedidos de ajuda toda a gente recebe todos os dias. Sei que, às vezes, eu não sou nenhuma benfeitora real e, também eu, ignoro e-mails e status de facebook semelhantes ao que aqui vos deixei.
Mas, quando um par de olhos azuis e um sorriso destes se cruza no nosso caminho, é real e palpável, não há como passar em frente.
Até a esta hora, mais de 300 pessoas partilharam este link de facebook e quase 5000 pessoas conheceram, agora, a história da Bia.
Então, organizando ideias, como se pode ajudar?


  • Primeiro e, mais importante, tornando-se dadores de medula óssea. Tudo o que precisam de saber sobre este assunto está aqui. Bem sei que está calor, que é um maçada ir dar sangue até ao hospital e que há montes de motivos para ir adiando a ida. Mas eu conheço a Bia e- garanto-vos!- a Bia é uma razão suficientemente forte para levantarmos o rabo da cadeira e agirmos. 
  • Organizando no local de trabalho, no clube, no sindicato, nas reuniões de tupperware ou nas da mala vermelha, no ginásio ou na universidade uma recolha de sangue em parceria com o hospital da V. residência. É uma forma de mobilizarem colegas e amigos em torno de uma causa nobre. 
  • Se está grávida doando as células estaminais do cordão umbilical do seu bebé para o Banco Público. Isto é, optando pela criopreservação das células do sangue do cordão umbilical na LUSOCORD.
  • Ajudando monetariamente a família através de transferência bancária para o NIB  0010 0000 2623 6280 0018 3 (by the way, o nome do titular é Christian Zorzytzky, o pai da Bia é alemão. A mãe é portuguesa.). 
  • Angariando fundos para ajudar a família através de ideias giras ou mobilizando as empresas onde se trabalha ou onde se tem contactos numa perspectiva de responsabilidade social
  • Oferecendo bens. A família receberá o novo bebé em breve e sabemos as despesas que isso acarreta. Bens de farmácia, leites em pó, fraldas, soros, toalhitas, roupinhas ou o que se lembrarem que pode ser útil e fazer a família poupar dinheiro nesta fase. 
  • Contando esta história nos V. blogs para a difundir, tal como já fizeram a Me, a Mac, a Leididi, a S* ou aTurista.
  • Divulgando esta história massivamente por e-mail ou através do facebook de forma a podermos fazê-la chegar a tanta gente quanto possível.
E eu? Eu sinto-me pequena, minúscula ao pé de vocês!
Obrigada é pouco para vos agradecer. :)

Eu estou de esperanças. E vocês?"

em Quadripolaridades, aqui

Nós, também estamos de esperanças. E por esse mesmo motivo, fomos à compras e de seguida ao correio, para juntarmos a nossa ajuda à ajuda de muitos:

(cabaz de ajuda da iniciativa)

Tudo de bom para a Bia e o Guilherme e os pais... e que possam sempre viver!


Palavra do dia: Bani Pupi

Explanations here.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Oração da Manhã

Hoje, assim que me levantei, e sem sequer pensar muito nisso, veio-me este pequeno pensamento/oração-mais-prece-que-outra-coisa:

"Senhor, dai-me paciência, que se me dais força, parto-lhes o focinho."

Parece-me uma boa oração para se fazer logo de manhã... porque é a altura mais crítica do dia.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

16 episódios...

de Anatomia de Grey depois, já resolvi alguns problemas existenciais que eu tinha com a série. Foi preciso chegar à season 8 para tal acontecer... mas agora já posso ir dormir mais descansada.

domingo, 8 de julho de 2012

E acabou.

O fim de semana acabou, uma nova semana está aí à porta, e eu só quero que chegue 6ª feira. Este fim de semana foi tudo o que eu previ que se avizinhava. Li, vi uns quantos episódios de meia dúzia de séries, fiz compras, jantei com amigos, e esteve sol.

Agora, está a dar-me a melancolia natural do domingo à noite, e eu não estou preparada para uma semana nova a começar. Queria mais uns dias de descanso - mas esses só para o fim de Agosto é que vou ter.

Estou aborrecida, e sinceramente não quero sair daqui para ir dormir. Quero ver mais um episódio de Grey, mais outro de Diaries, quero ver filmes, quero ficar colada à cadeira e não ter que ir dormir: porque dormir significa que quando acordar, tenho mais uma semana de trabalho à minha frente.

Good news: no final desta semana que ainda nem começou e eu já estou a detestar, é que o T. chega a casa.   Não era tão fixe que amanhã fosse 6ª ?

sábado, 7 de julho de 2012

Hoje, foi dia de Vet!

E mais 6 meses passados... chegou a altura de levar de novo o Mackie ao veterinário. Desparasitar, despulgar, verificar dentes, ouvidos, olhos e coração, a ver se está tudo em ordem com o pequeno lá de casa.

Está mais magro (agora, está onde sempre deveria ter estado), mais bonito e cheio de saúde.

Checked!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

De madrugada...

Acordei sem motivo aparente, e tive uma enorme dificuldade em conciliar o sono de volta. O gato dormia enroscado ao fundo da cama, e ficou aborrecido quando me mexi e o acordei. Olhou-me com aquele olhar de quem foi incomodado - um olhar quase de desprezo absoluto pelo meu mau dormir.
Fiz-lhe uma festinha no pescoço, ele ronronou e desculpou-me pelo meu atrevimento. Mas alheio às horas que aí vinham, depressa me ignorou e se voltou a enroscar numa das muitas posições engraçadas que ele assume. Senti-lhe a respiração a acalmar devagar, e em 30 segundos estava de novo descansado a dormir.

Deviam ser 4 quando acordei - pensei "está frio" e ajeitei as cobertas para me manter confortável - e às 4h30 (eu gosto pouco de esperar) decidi que não valia a pena manter os olhos fechados à espera que o sono voltasse. Até porque a irritação de não conseguir dormir - porque eu queria e precisava mesmo de dormir - já me estava a causar um nervoso miudinho que me dá cabo da paciência e do coração. Chegada à conclusão de que não valia a pena, sentei-me - e voltei a pensar "está frio, bolas!" - , e ponderei ligar a TV, apenas para ver se o barulho e a companhia me ajudava no meu propósito... Liguei então o aparelho (que está desligado há precisamente 33 dias)  cheia de esperança, mas depressa me apercebi de que estava desperta e que a porcaria de programas que dão a essa hora são literalmente uma merda.


"M#$d*, e agora?!?" - eu já praguejava e insurgia-me contra a minha sorte: a verdade é que ando mesmo a precisar de dormir. Os meus dias são cheios de coisas para fazer, assuntos para tratar, coisas para ontem e antes-de-ontem. A isso, costumo juntar-lhe mais um par de projectos, sonhos e desejos para fazer assim que puder. Ando exausta, porque me fazem falta imensas coisas - coisas às quais efectivamente só se dá valor quando elas (ainda que temporariamente) não estão lá para nos fazer sentir melhor - ou neste caso, para nos ajudar a dormir.

Ainda fiquei um bocado a pensar num ou outro assunto - que não interessa nada para o caso - e eram 5 da manhã quando liguei a luz da mesinha de cabeceira - que se vocês vissem, até se assustavam: tem, neste momento, mais 20 coisas do que aquelas que consegue armazenar (entre despertadores, óculos, contas para pagar, bricos, relógios e anéis espalhados, livros empilhados, telemóveis a carregar, phones pousados ao acaso, um jarro com orquídeas e uma taça com os restos do gelado de stracciatella que ingeri depois de um jantar pouco composto... a colher entretanto já tinha caído para o chão, e ficou em cima do transformador do pc que, à falta de espaço na mesinha de cabeceira, ficou no chão) - e peguei no livro do topo da pilha.

Abri o livro (ainda estava intacto desde que pousei no meio dos outros) e respirei fundo. Coloquei os óculos e virei a primeira página. As primeiras linhas prenderam-me, e continuei a ler. Claro está que, 2 horas depois, já a cair de sono, recusei-me a largar a leitura. "Só mais um bocadinho" - pensei eu, e pensei-o muitas vezes. Só nesse pequeno espaço de tempo li passagens de batalhas, de derrotas, de esperanças e temores. Consegui odiar ainda mais o William, adorar mais o Philip, ter compaixão pelo Estevão, e sentir orgulho pela Aliena e pelo Tom. Comovi-me com o Jonathan, irritei-me com o Warelan e o Henrique, e fiquei espantada com a Matilde. Mas queria ler mais um bocadinho. E, quando dei por mim, eram 8h48, já muito além da hora de levantar, e pousei o livro de muito mau grado. Tive que me apressar, mas fiquei mesmo com pena de ter que parar de ler.

O livro, é este:


... e agora tenho sono, estou ressabiada e de mau humor. O meu mau feitio está ao rubro, e só é aplacado por saber que hoje é sexta-feira... e logo vou poder ler mais um pedaço. 
Sexta-feira, podes acabar por favor?

quinta-feira, 5 de julho de 2012

E é quase 6ª feira.

Avizinham-se jantares, praia, compras e almoços. E livros, séries (sim sim, a tal), e filmes. 
Avizinham-se alegrias, risos, sol e... verão.

Porque eu gosto do Verão. Gosto do sol, das cervejas e dos tremoços. Gosto da praia, da água, das saídas e das sardinhadas. Dos piqueniques, das férias, e do dolce faire niente. Gosto do Verão... porque gosto de ser feliz!


quarta-feira, 4 de julho de 2012

10

O número 10 está hoje na berlinda... senão vejamos:

  • estamos novamente na barreira dos 10 dias;
  • ando à 10 anos à procura de algo que me represente para eternizar numa tatuagem, e hoje achei:



Agora, é achar o melhor sítio para colocar a ideia em prática, e esperar que daqui a 10 dias... esteja tudo de volta ao normal!

Never Let Me Go

Hoje, está a ser um pouquinho melhor por causa disto:

terça-feira, 3 de julho de 2012

E qual não é o meu espanto...

... quando ontem, por mero acaso, no meio das minhas divagações (já que não tenho mais nada que fazer quando chego a casa), dei com uma série de nome "The Vampire Diaries".
Ora, como o nome indica, é mais uma série de vampiros... ou pelo menos assim pensava eu. Por curiosidade, vi um episódio... e depois outro, e depois outro.

Qual não é o meu espanto quando me apercebo de que... gosto da série. Até tenho vergonha (sim, vergonha), de dizer que gosto da série. Mas (e há sempre um mas), não me atirem pedras, que eu tenho 2 bons motivos para gostar:

Um, é a história:
Não é centrada na treta do costume dos vampiros, nem há lobisomens pelo meio, nem passam a vida a chorar porque foram mordidos... e só isto é um ponto a favor!

Basicamente, são uma versão adulta e séria de um tema eterno... em que por acaso as personagens são vampiros. O tema é, claro está, o triângulo amoroso entre 1(a) jovem e 2 irmãos (ambos vampiros).

Para melhor me explicar (e do que pude perceber da história), existe uma vampira (que é mto mto mto parecida com a tal jovem do triângulo) chamada Katherine, que anda à eternidades (sim, eles são imortais e ad eternum jovens) de volta do irmão mauzão. Acontece também que a Elena (a tal jovem do triângulo) apaixona-se pelo irmão bonzinho... até se encontrar com o mauzão.
Algumas peripécias depois, percebi que: o mauzão estava apaixonado desde sempre pela Katherine, e, azar dos azares, também a Katherine estava apaixonada pelo bonzinho (dar-lhe nomes era fixe... o mauzão é o Damon, o bonzinho é o Stefan). Aparece a Elena, que está apaixonada tb pelo bonzinho e fica o mauzão assim meio ressabiado: afinal as 2 moças (que são iguaizinhas) que ele amou, apaixonam-se pelo irmão (que azar, pah!).

Decide fazer valer o estatuto de mauzão e começa por querer destruir tudo... mas 3 séries depois (como não vi tudo, não posso opinar) temos que: o Stefan (aka bonzinho) some-se do mapa e 'tá em sarilhos (por um motivo qualquer), a Katherine acaba morta por aí, a Elena apaixona-se pelo Damon (aka mauzão) e fica numa encruzilhada, o Damon salva o Stefan (mas és burro ou quê?!?), desiste da Elena e a Elena... escolhe o Stefan (a muito custo, que vi bem que ela estava mesmo indecisa).

Opinião pessoal nº 1: o mauzão faz mto bem o papel dele, representa 5*, tem estaleca, pinta, carisma e mimimi, e eu acho que ela ter escolhido o Stefan é de um extremo mau gosto.
Opinião pessoal nº 2: podiam ter arranjado melhor adversário para o mauzão, já que na primeira cena entre todos, fiquei completamente a torcer pelo mauzão, e ignorei o bonzinho.
Opinião pessoal nº 3: a Elena é uma parva.

Enfim, eu sei que gostar disto é uma treta, ficar entusiasmada a ver os episódios sucka, mas dêem-me o desconto... porque agora apresento-vos o outro motivo... que é este:

(Ian Somerhalder, aka Damon, aka mauzão)

Agora já não é tão patético gostar da série, pois não? Digam lá, não têm uma pontinha de vontade de ver de que trata a série? Atentem-me bem neste jovem.... e confessem! 

A meu ver, é uma série para sacar, ver e esperar por mais!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Nem sei bem porquê...

... mas hoje estou um bocado... "não eu" - e não gosto.

sábado, 30 de junho de 2012

Check!



Neeeeeeeeeeeeext!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Slave Nº 33172

E aqui estão, os tão aguardados "slave numbers"! Agora, já somos pessoas... até as portas já se abrem!

[Slave Number aqui da je]


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Confirma-se.

Foi um dia de caca. E pronto, é isto.

As novidades do dia.


  1. Afinal, não vamos à final (leiam por favor, que vale a pena).
  2. Afinal, a barreira dos 10 passou a 16.
  3. E que gaita, afinal não sou imune a alguams coisas que eu gostava muito de ser.
What a hell of a day...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Tugas - La Roja

E é hoje também que vamos, cheios de esperança, assistir ao jogo Portugal-Espanha, na expectativa de vencermos uma selecção que nos é rival desde sempre e o será ad eternum. 


Se vencermos, estamos na final - e pode ser que seja desta que ganhamos esta coisa. Vamos lá?

E estamos na barreira dos 10.

... 10 dias para o regresso do T.



10 dias é um número redondo, e 25 já passaram. 'Tá quase!


domingo, 24 de junho de 2012

São João


Hoje é dia de São João e está no ar o cheirinho a sardinha assada e pimentos. Avizinha-se uma noite a festejar com a família e amigos, de volta de uma grande mesa onde todos falam e riem e partilham histórias. Com um vinho na mesa, e à espera de uma sardinha no prato, vamos passando o tempo e a noite, que é sempre diferente por ser São João.

sábado, 23 de junho de 2012

OSM@XLM

Hoje, participei num evento promovido pela XLM, o "OSM@XLM", no âmbito da iniciativa "Vamos Mapear Portugal".
Este evento procura que, localmente, cada um de nós mapeie um pouco do Portugal que conhece, para que possamos ter um mapa o mais actualizado, correcto e livre possível.




Foi um dia entre amigos, conhecidos e desconhecidos. Foi um evento que se vai repetir, e no qual irei participar novamente!

Vamos Mapear Portugal!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Isto anda complicado de gerir.

E ao que parece, não é só para mim. Por uns motivos ou outros, estou acompanhada nesta luta do vamos-lá-a-espremer-o-cérebro-mais-um-bocado-para-tentar-endireitar-isto.

A verdade é que o meu já anda cansado, exausto, no limite da paciência e da espremedura. Como não gosto de dar parte fraca, levanto-me todos os dias cheia de boa vontade para lutar mais um bo-ca-di-nho, e não tenho muito a ajudar-me: tenho a rotina completamente de pernas pró ar, a pressão/stress no local da labuta está a topo, muitas mudanças repentinas (felizmente transitórias, senão já me tinha dado um colapso) e um completo desiquilíbrio emocional/cerebral está prestes a ocorrer.

Claro que não é nada de grave, nem sério, nem suficiente para preocupar deus-nosso-senhor e incitá-lo a dar-me uma mãozinha. Ele bem que deve pensar "amanha-te que eu tenho mais que fazer", e eu, que remédio, com mais um ou outro empurrão, cá vou levando a vida prá frente, um dia de cada vez, e desesperadamente com os olhos postos no dia em que tudo voltar à normalidade e eu puder, enfim, recuperar um pouco deste louco mês.

Julho, podes chegar por favor?

terça-feira, 19 de junho de 2012

Confusão.

É no que a minha vida está mergulhada. Tenho mais uma vez posts em atraso, uma lista de coisas para fazer, uma enorme vontade de ler (que tem ficado por isso mesmo), trabalho que chega para mim e para mais 3, ainda arranjo tempo para estar com as pessoas de quem gosto, para contribuir para projectos (que ainda não sendo "meus") que se estão a desenrolar com prioridade, para ir ao ginásio... mas descansar, tá quedo.

Não é que ter 50.000 coisas para fazer seja mau: muito pelo contrário (até porque algumas são muitoooo fixeeeeees) porque me ajuda a passar o tempo, a manter a cabeça ocupada e a manter o sorriso na cara.

Preciso de férias, urgentemente. Mas agora, acho que me basta dormir.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Saudade.

Tenho sentido bastante esta palavra.

domingo, 17 de junho de 2012

E por falar em bola....

... estamos apurados para os quartos-de-final do Euro 2012.

Jogámos bem (e desculpem lá, mas 1000x melhor do que o jogo anterior), démos luta, trocámos a bola, rematámos muito, acertámos 3 (em que um foi mal anulado), não perdemos tempo em tentativas de faltas e démos um espetáculo mais-ou-menos bonito.

Hoje, gostei de ver. E dito isto, vem a reflexão acerca do que representa estarmos apurados.

Não é por isto que gosto mais ou menos de ser portuguesa, nem se tivéssemos perdido teria deixado de dormir o meu sono descansadinho, nem acredito veementemente que iremos chegar mais longe (se calhar, até passamos a Rep. Checa, mas não me parece que vá ser missão fácil). Também porque não sou fã incondicional de futebol - gosto do convívio, de não haver discussão acerca de quem é melhor (afinal, joguemos mal ou bem, torcemos todos pelo mesmo), de ver com ansiedade passes de mestre e esperar pelo resultado da finalização, de vibrar com os jogos, de ralhar com as faltas: mas também me acontece o mesmo por outros desportos que andam por aí.

Estarmos apurados significa estarmos todos um pouco mais felizes (haja alguma coisa que o faça) e que o Ronaldo conseguiu, talvez pela primeira vez, mostrar que além de ser um jogador excepcional (que ninguém duvida que ele é) - é um jogador que sofre pelo país do qual se diz natural (digo isto com algum sarcarmo porque... ele é da Madeira). Não duvido do esforço noutros jogos, nem da gana de querer calar as pessoas, nem da vontade de ganhar (é que ninguém gosta de perder, certo?) - mas a postura e atitude que envergou até hoje não deixavam que se visse além do "ah, ele joga é pelo Real, que é onde ganhar dinheiro!". Hoje, vi um Ronaldo lutador, que viu e pensou bem o jogo - e se calhar até só por isso, foram um pouco mais equipa. Ronaldo será amanhã, nos títulos das publicações que até agora o massacraram, o maior da aldeia dele. Neste pais passa-se de besta a bestial em 3 tempos (e de bestial a besta em apenas 1), e as qualidades que temos (seja na bola, seja na vida) são um pouco mais merdosas (desculpem o termo) só porque são tugas. Enfim...

Ainda assim, alguém foi capaz de ver que também somos:

Nós somos bons amigos, somos anfitriões
Somos desenrascados, somos brincalhões
Nós somos grandes praias, também somos fadistas
Somos os MAIORES, nós somos recordistas
Nós somos frescura, somos muito prazer.
Nós somos a cerveja, nós somos bem viver. 
Somos nós! 

Somos festivaleiros, somos todos doutores. 
Também somos bairristas e descobridores. 
Somos loucos por bola, nós somos a paixão! 
Somos futebol, nós somos selecção.

Nós somos a mini, somos original, nós somos a frescura, nós somos PORTUGAL! 
SOMOS NÓS!

by Anúncio Sagres Seleção Somos Nós 2012

Então, meus senhores, joguem lá à bola, façam o vosso trabalho, que a gente deste lado faz o nosso e torce por vocês!

MacGyver - Photo Shot

Hoje, dediquei algum tempo a fotografar o Mackie. Decidi tentar fotografar algumas poses engraçadas dele, mas ele não quis colaborar.... mas ainda consegui algumas dignas de registo! Está um gato esperto, entendido, bonito, brincalhão e activo... e incrivelmente meigo e sossegado!

Mas aqui ficam as fotos...

A minha preferida:

E aqui ficam as outras que escolhi para partilhar!







sábado, 16 de junho de 2012

Workshop Pinhole

E lá fomos, ao workshop de pinhole. Foi uma conversa descontraída de café, misturada com a descoberta de um novos sabores de chá. Gostei da conversa, de conhecer a dedicação de quem cria o seu próprio meio para tirar fotografias, de quem sabe que existe uma fórmula para calcular o tamanho do pinhole consoante a distância ao filme fotográfico...

Pelo meio, ainda tirámos uma foto com uma máquina pinhole, e o resultado foi este:



Olhando para a foto, fiquei com vontade (e estou mesmo a preparar-me) de.... fazer a minha própria máquina pinhole! Quanto mais não seja, para fazer a experiência e poder dizer "eu já fiz"!

Mais uma semana que passou...

... e menos uma que falta (com taaanta coisa para fazer, até foi fácil que passasse a correr!).

Estamos em 3 semanas, e a contar.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Photo Challenge Day - Week 6

E aqui estão (finalmente) as fotografias do desafio semanal! A ideia foi utilizar os vermelhos como cor dominante, o que se revelou uma tarefa nada fácil! Ainda assim, aqui estão os resultados, que eu acho terem ficado com alguma piada e conteúdo!









Well, enjoy!


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Feirinha do Livro

E fui à feira do livro no Porto, ontem.
Trouxe mais umas obras, mas ficaram muitas outras que eu gostaria de ter trazido.

Sempre achei que gastar dinheiro em livros é um bom investimento. Gastamos dinheiro em histórias, contos, romances e dramas, em locais fictícios ou anormalmente conhecidos, em amores comuns e guerras surreais. É dinheiro investido em folhas que ficam numa estante depois de lidas, mas que nos enriquecem como pessoas. Adoro ver estantes cheias de livros, porque cada livro também é parte de mim. Em cada folha, está um sonho meu, um espanto, um suspiro, uma lágrima. Em cada linha, em cada palavra, estão pensamentos, desejos, sonhos e ambições, (des)ilusões, incompreensões e tristezas.

Leio cada livro como se fosse a minha vida ali, estampada. Gosto de tornar os personagens meus amigos, meus parentes e meus inimigos. Gosto de ser mais uma personagem na história, de fazer parte da trama, de amar cada personagem - às vezes, até mesmo os vilões.

Gosto de atafulhar a casa de livros. Gosto de ter mais este e este e aquele. De ler este e aquele autor. De gostar de uns, e detestar os outros. Gosto de falar sobre os livros, de partilhar experiências, e de ver que somos todos tão diferentes. Gosto de oferecer livros: abrir portas para mundos maiores que o nosso, ou mais pequenos que o nosso, ou diferentes do nosso, ou simplesmente, abrir portas. E gosto do sorriso de quem desembrulha um livro, porque sabe que ali estará também um pedaço de vida que, sendo real e inquietante, é apenas de quem a lê.



Quero continuar a comprar livros, porque um dia, quando não couberem mais livros nas estantes lá de casa, posso oferecer partes de mim e fazê-las viver na vida de outras pessoas. Porque gosto de fazer a diferença, marcar nem que seja um pedaço da vida de quem por mim passa - uns vão ficando, os outros vão indo e vindo, e outros ficam bem lá atrás no passado - mas a oferta de um livro deixa-me a sensação de que eu até posso passar, mas ficarei sempre naquelas folhas.

Gosto dos livros por tudo isto - mas ainda mais porque me tornam melhor pessoa de cada vez que me decido a pegar em mais um. São compromissos - de 500 folhas, mas são compromissos. Chegar ao fim, reflectir, sentir, viver, detestar ou amar - ler um livro representa colocar todo o corpo/cérebro a funcionar. E sou vaidosa porque me orgulho de saber que de cada livro tiro muito mais do que o autor quis que eu tirasse. E prova disso são as milhares de opções que vou criando na minha mente para cada cena.

Livros. Um dia, vou escrever um. Nem que seja para chegar à conclusão de que sou uma leitora assídua, pontual e motivada, mas uma péssima escritora. Mas vou escrever um. Podem esperar por isso.


terça-feira, 12 de junho de 2012

Sorte Grande


Olha lá,
Já se passaram alguns anos
Nem sequer vinhas nos meus planos
Saiste-me a sorte grande
E eu cá vou
Gozando os louros deste achado
Contigo de braço dado para todo o lado
Eu vou até morrer ser teu se me quiseres
Agarrado a ti vou sem hesitar
E se o chão desabar que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Meu amor na roda da lotaria
Que é coisa escorregadia
Saiste-me a sorte grande
E eu cá vou
À minha sorte abandonado
Contigo de braço dado para todo o lado
Eu vou até morrer ser teu se me quiseres
Agarrado a ti vou sem hesitar
E se o chão desabar que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Olha lá,
Por mais que passem os anos
Por menos que eu faça planos
Sais me sempre a sorte grande
Agarrado a ti vou sem hesitar
E se o chão desabar que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Vou sem hesitar
E se o chão desabar que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Vou agarrado a ti
Vou agarrado a ti



"Sorte Grande", by João Só e Abandonados, featuring Lúcia Moniz

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Hoje estou em dia não.

E não tenho mais nada a dizer. Mas também não me interessa.

domingo, 10 de junho de 2012

1ª semana...

... and counting! Faltam 4!

Bring them on!

sábado, 9 de junho de 2012

É triste,

... mas necessário.

Hoje é dia de limpeza geral (leia-se ge-ral) lá em casa.
E hoje são estes os meus melhores amigos:



Resumindo, bah - que treta de dia!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

2ª sexta feira da semana

E bem que já podia ser sábado.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Photo Challenge - Week 5

E ontem foi mais um dia de desafio! Desta vez, não houve temas: os requisitos eram apenas conseguir 8 fotos a preto-e-branco, de ângulos diferentes de visão. Visitámos um sítio novo, tirámos fotos diferentes e, uma vez que hoje é feriado já tive tempo de as escolher.

Aqui estão elas, pela ordem cronológica em que foram tiradas:

[ 1. rosa ]

[ 2. caminho pela janela ]

[ 3. pés ]

[ 4. retrato ]

[ 5. pombos ]

[ 6. cidade]

[ 7. canteiro ]

[ 8. telefone ]

[ 9. árvore ]

E até para a semana!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Home sweet home

É impressionante como acabamos por nos agarrar a alguém - às vezes muito mais do que a nós mesmos. Do mesmo modo, tendemos a agarrar-nos às coisas. Eu até me considero algo desprendida, mas há algo que me prende o coração: a nossa casa. O nosso lar. Guarda memórias (umas melhores que outras), histórias, pessoas. Guarda risos e sonhos. Guarda discussões sem pé nem cabeça, guarda objectivos, metas.

Tenho um enorme carinho, amor mesmo, pela nossa casa. Insisto em cuidar da nossa casa, porque só assim me sinto bem: a cuidar do nosso espaço. Só faz sentido ter uma casa, se essa casa for um lar. E para ser um lar, tem que me fazer sentir bem. Preciso da paz do silêncio, da harmonia das cores, do conforto do sofá, da alegria da cozinha, da sensação de simples-e-completo-bem-estar. Adoro estar em casa. Adoro pensar no que vou fazer as seguir. Adoro saber que tenho um espaço que é nosso e que adoro.

Adoro receber pessoas na nossa casa, e fazê-las sentir como se estivessem na delas. Partilhar as nossas pequenas vitórias, e receber de volta a sensação reconfortante do bem estar. Convidamos pessoas lá para casa, por tudo e por nada, muitas vezes. Porque também delas se faz a história da nossa vida. Quando cozinhamos para os amigos, e os servimos à mesa acompanhados de um bom vinho, estamos a construir "coisas". Quando ligamos a TV e ela fica a "falar sozinha" porque estamos demasiado entretidos entre nós, estamos a construir "coisas". Quando abrimos os álbuns das fotos e partilhamos lugares, experiências, vivências, estamos a construir "coisas". Valorizamo-nos a nós mesmos e aos outros, quando partilhamos a nossa casa. Porque esta partilha não é só abrir a porta de casa a alguém: é abrir a nossa vida, o nosso pequeno mundo, aos outros.

Andar descalça, pisar a relva, churrascar no jardim, dormir no sofá, olhar pela janela: em casa, na nossa casa, naquele pequeno espaço que é nosso -e só nosso - posso fazer o que quiser. Posso gritar, ouvir música horrorosa, rebentar com bolos no fogão, furar as paredes para pendurar coisas, deixar o gato esfrangalhar as cortinas, deixá-lo dormir onde quiser - deixando pêlo por todoooo o lado, posso... ser eu.

Neste momento, sinto a casa vazia, porque tu não estás. É por pouco tempo, eu sei, e por isso quero continuar a tratar da nossa casa o melhor que sei e que posso, para que, quando voltares, possas amar ainda mais o nosso pequeno mundo. Porque cada saída serve para isso mesmo: amarmos sempre e cada vez mais o nosso espaço.

Abro os tais álbuns de fotos, e vejo ali um pequeno pedaço de vida que, devido à nossa insistência em nos agarramos às pessoas, parece tão grande. Recordo as histórias que estão lá, e imagino as histórias que terás para me contar quando chegares. E sei que, mais uma vez, o nosso lar vai ficar um bocadinho mais cheio de "coisas": mas não faz mal, porque esse espaço é inesgotável e infinito, e nunca vai ficar demasiado cheio. Muito pelo contrário, quanto mais lhe damos cor, histórias e o enchemos de recordações, mais espaço fica aberto para as milhares de coisas que estão para vir.

Hoje, conforta-me estar na nossa casa, porque por lá tenho muito que sonhar. Mas volta depressa, porque o nosso pequeno mundo só faz sentido quando estás.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Work Out Day

E hoje é mais um dia de ida ao ginásio. Tenho-me debatido para não falhar e comparecer sempre aos treinos semanais.

Faz-me bem. Liberta-me de alguns stresses e ajuda-me a sentir-me bem comigo mesma. Ajuda-me a libertar a cabeça da vida de "problema-constante-e-universal" a que está habituada. Permite-me, durante algum tempo, ter uma desculpa para não querer saber de mais nada além de mim mesma.



Hoje é dia de treino. E estou ansiosa!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Aniversário do Dia: Avó!

Pois é. Hoje, dia 4 de Junho, faz 67 anos a minha avó.

67 anos é muito ano, muitas histórias, muitas alegrias, outras tantas tristezas, muitas experiências, vivências, altos e baixos, choro, muitos risos, e muitas outras coisas que a idade nos traz. A idade é um posto, efectivamente. Trata-se de dar e receber, amar e ser amado, viver e deixar viver, sorrir e fazer sorrir os outros, chorar e não deixar que os outros chorem.

67 anos é muito ano. E merecem ser festejados!


Parabéns, avó! Que possas fazer muitos mais, cheios de saúde alegria e amor!

domingo, 3 de junho de 2012

Brasil: Rio de Janeiro.

Nestes últimos dias tenho ouvido falar muito do Brasil.
E foi com um misto de alguma surpresa, alegria, orgulho, inveja (sim, dor de cotovelo mesmo), preocupação e tristeza que me vi a empacotar roupas para 35 dias de ausência do T.: 35 dias no Rio de Janeiro.



Hoje, é o dia 1. Ainda nem do aeroporto saiu e eu já me estou a interrogar como é que vou passar os próximos 34 dias. Não são assim tantos -  ou pelo menos matematicamente falando não parecem - mas sei que vai parecer o dobro, ou o triplo.

Como não quero dispersar muito neste assunto, resta-me pensar que só tenho que me manter ocupada, e tudo vai correr bem - como de costume. Afinal, eu sou aquela pessoa que tem 50.000 coisas na agenda para fazer - algumas para ontem - e que não hesita em adicionar mais isto ou aquilo a essa tal lista - que vos garanto ser quase humanamente impossível de cumprir. A verdade é que o tempo não vai sobejar, vou continuar a não ter tempo nem para piscar os olhos, vou continuar a ter horários para tudo e mais alguma coisa, vou riscar 1 item da lista e vou adicionar de caminho mais 3. Eu sou assim - e por isso sei que o tempo vai passar depressa. E daqui a nada está a campaínha a tocar com o T. de volta carregado de histórias, bronze, sotaque, sorrisos... e malas.

Fica a fazer-me companhia a inveja de não poder ir também, a saudade de quem nos últimos anos me tem acompanhado todos os dias (ou quase todos, vá), e a preocupação natural de quem vê alguém querido a ir para um mundo completamente novo e diferente - em todos os sentidos.

Faltam 34 dias. Está quase.