quinta-feira, 4 de outubro de 2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Só porque me apetece...


... e me trás boas recordações!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Sorriso #1

Tenho 5001 tipos de sorrisos. Os que mais utilizo são o #1 e o #33. E isto dá-me para pensar: "porque raio é que não lhes deste nomes sequencias - tipo #1 e #2, uma vez que são os que usas mais?"

A resposta surge tão naturalmente "como a água": porque seria demasiado simples. E eu, que até posso ser muita coisa, não sou definitivamente simples. E hoje é dia de sorriso #1.

domingo, 30 de setembro de 2012

Blue and Grey

MALIN BLAD Capa de edredão e 2 fronhas IKEA
Este é o novo aspecto da minha cama... que boooooooooooom!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

sorriso #33

É o que mais tenho usado nestes dias. Sinto-me cansada, assoberbada e, ainda assim, insatisfeita.
Mas o sorriso #33 dá sempre jeito nestes dias, e ainda bem que existe!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Chegou a chuva...

... e o tempo encoberto, e um laivo de frio percorre os ossos quando saímos para a rua. Chegaram os dias mais pequenos, e a melancolia começa a pautar os dias.



Chegou o Outono, claramente. Por outro lado, chegaram as noites a ouvir chuva a cair, a roupa mais quente e os casacos, as botas e os guarda-chuvas da moda. Chegaram os dias frios e as mantas e a lareira.

Chegaram os jantares em casa de amigos, as comidas quentes e as sopas. Chegaram as galochas, as carteiras de veludo em tons castanhos. Os impermeáveis, as gabardines, as bombazines e as lãs.

Como tudo na vida, tem prós e contras. O Verão terminou e foi ótimo. Vai deixar saudades, mas vai voltar em força para o ano.

Agora, está na altura de aproveitar o quentinho, o aconhego e as cores desta nova estação.


here comes the rain again
falling from the stars
drenched in my pain again
becoming who we are

as my memory rests
but never forgets what I lost
wake me up when September ends



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Xtmas Project 2012

Abriu a época dos projectos de Natal. E este ano, seremos ainda mais. A projecção: 15 pessoas.
Vai haver barulho, confusão, pouco espaço. Vai haver comida a rodos, prendas e árvore de Natal.
Enfeites, luzes, sacos...

Mas mais importante que tudo, uma família de volta de uma mesa muuuuito grande. E é assim que se quer.

Sim, sou louca por estar já a pensar nisto... mas ao menos ando feliz, 'tá?

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

E foi assim...

... houve champanhe, ovos moles, risos e boa disposição. Houve fotos, flores, alianças e muita felicidade.


[os noivos no Jardim da Cordoaria]

[os ovos moles!]

[as alianças]

[a lapela do noivo]

[a noiva]

[o champanhe!]

[o bolo dos noivos!]
 
Não foi grande. Não foi longo. Não foi comum. Foi simples, pequenino e intimista. Foi preparado com carinho, e com carinho foi recebido. Foi bonito...
... numa palavra: per-fei-to!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

É hoje!

Ah pois é!

O mini projecto em curso termina hoje, já com saudades minhas desta azáfama atarefada! Espero que termine em grande, com sorriros, surpresas e muita, muita alegria!

Já está tudo a postos para fazer furor!

Depois venho colocar fotos!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

You know what?

Estou mesmo entusiasmada com esta ideia. E quem me conhece sabe do que falo.

Não era mesmo mesmo espectacular? Es-pe-cta-cu-lar, era o que era.

domingo, 16 de setembro de 2012

Starting over...

... é a palavra de ordem hoje.

Foi dia de arrumações... tenho a casa vazia e a garagem cheia. Tudo empilhadinho... o que estava em 160m2 de casa, está agora num tiny tiny espaço de garagem. No final do dia (e apesar de saber que tinha que o fazer), tinha o coração apertadinho....


... mas é também uma hipótese de começar de novo. Remodelar. Pintar paredes de outra cor. Tapar buracos antigos e fazer novos. Mudar os quadros de sítio. O sofá de lugar. Colocar papel de parede. Tapetes novos. Cortinas novas.

No final, vai valer a pena o esforço. Hoje (e durante umas semanas) irei viver como uma refugiada.

E já tenho saudades!


May your home be bright with cheer, 
May your cares all disappear, 
May contentment come your way, 
And may laughter fill your day. 

Wishing you always 
Walls for the wind 
And a roof for the rain 
And tea beside the fire 
Laughter to cheer you 
And those you love near you 
And all that your heart might desire! 

May you have warm words 
on a cold evening, 
A full moon on a dark night, 
And the road downhill 
all the way to your door.

sábado, 15 de setembro de 2012

15/Set - Manif

Desta vez, foi a sério. Desta vez, foram muitos.
Desta vez, valeu a pena.

[imagem daqui]

[imagem daqui]

[imagem daqui]

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Amizade

A amizade consegue mesmo arrancar-nos sorrisos, e colocar-nos um pouco mais de felicidade no coração.

Vale todo e cada momento que lhe dispensamos, as preocupações e alegrias mútuas - pelos nossos sucessos e pelos sucessos de quem nos está mais perto do coração. Vale cada centímetro de caminho. Vale cada riso, cada história, cada incentivo, cada pensamento, cada "vai correr bem!" e cada "conta-me as novidades!".

Fiquei imensamente comovida com este post, que nos une como se de uma pequena sociedade secreta se tratasse. Fico muito grata por fazer parte "disto" que partilhamos. Espero poder fazer parte durante muuuuitooo tempo!

Obrigada, C.!

E por toda a parte...

... nas ruas, nos jornais, no facebook, na blogosfera, se sente o mesmo desespero, pânico, revolta e tristeza.

Poderia escrever aqui como me sinto, mais uma vez, e dissertar (mais uma vez!) sobre o assunto, mas na vez disso deixo-vos mais um testemunho com o qual me identifico e concordo totalmente.


«Amigo Passos,

Na primeira mensagem que te enviei, tratei-te por Doutor, cheia de salamaleques, mesmo sabendo que não vais ler uma frase do que escrevi. Depois chegou a tua mensagem de facebook, e entras com aquela de "amigo" para fingir uma proximidade de alguém que não conhecemos, mas que é uma simpatia, um porreiro. E como eu trato os meus amigos na segunda pessoa do singular, vai assim mesmo. Acho que aguentas. 

Uma vez que a mensagem enviada através da página do governo tinha limite de caracteres, levas com mais uma que eu ainda não parei de pensar. Sabes que na Sexta tinha um nó tal na garganta que nem jantei?

Então, depois de tudo o que disseste, pus-me a fazer contas. Eu nem queria acreditar! Vais roubar-me o valor correspondente a mais de um vencimento. Comecei a pensar o que poderia fazer com esse dinheiro que vais tirar pondo a mão na minha carteira e aqui te deixo alguns exemplos. O que me vais tirar dá para...

- ... pagar 7 meses de supermercado (SETE MESES!). Para poupar esse dinheiro fico 7 meses sem comer?

- Ou dá para pagar um ano de gasolina (ao preço de hoje, pois eu sei que já lhe darás tratamento) e pagar uma parte do seguro do carro.

- Ou dá para pagar 6 meses (SEIS MESES!) à Dina que me organiza a casa duas manhãs por semana. E o que eu queria ter mais que isso! «Ah e tal, isso são luxos». É mais ou menos. Se eu não tiver Dina, com o tempo que tenho disponível e com o talento que temos para a lida do lar, eu e o meu marido vamos começar aos gritos. Depois já não nos suportamos, vai cada um para seu lado, eu volto para casa da minha mãe que não tenho outro remédio. Entro em depressão e fico de baixa porque não teria forças para trabalhar. Queres ficar a pagar a minha baixa ou queres que eu pague à Dina? Além disso, tens noção a quantas pessoas que limpam as casas dos outros é dado trabalho? Preferes que despeça a Dina para ela viver do rendimento mínimo? Olha bem a despesa: eu de baixa e a Dina a viver do rendimento mínimo, tudo porque tiras 7% a achar que vais criar emprego e fazer mexer a economia.

- Ou dá para pagar-me umas férias. Esta dói-me, eu que sou mulher do mundo e passo o dia a pensar em conhecer outras culturas e locais. «Ah e tal, isso são luxos». Não Passos, é fruto do trabalho das pessoas e do que elas querem fazer com o que ganham. Há que distinguir entre viver e sobreviver. E se eu vivo e trabalho, se tenho as minhas dívidas pagas, com o que sobra mereço proporcionar-me prazeres, para ter alegria na vida, para ter motivação, trabalhar pela próxima oportunidade de viagem ou de prazer, e não andar a pagar os carros e luxos (esses sim) do governo.

Se eu não devo nada a ninguém, se tenho os meus impostos em dia, se sou uma cidadã correcta que todos os meses requisito serviços com parte do que ganho para ajudar os mais desfavorecidos, para lhes dar trabalho, entendo que mereço tirar uma parte para mim. Tenho realmente pena de quem não tem oportunidade de fazer por si ou pelos outros, de ter umas férias de vez em quando, mas a minha ideia de trabalho não é sobreviver, que isso é cenário de guerra. Se eu trabalhasse apenas para pagar as contas e poder comer, ficando sem nada para mim, sem poder ter qualquer prazer, ou me pirava daqui para fora ou pirava da cabeça (mais uma baixa). Lembra-te dos suicídios da Grécia! As pessoas precisam de alegria além do trabalho! De sentir alegria e que o caminho para a frente será melhor!

- Ou dá para 80 pacotes de fraldas. Ora, não sei se uma criança precisa de tantas fraldas até chegar às cuecas, mas daria com certeza para a alimentar, vestir e levar ao médico durante um ano. Repara no "daria". Estou em tal pânico com o que andas a fazer e com a minha falta de perspectivas que não sei se tenho coragem de avançar. Eu não quero ser dependente de outras pessoas. Toda a vida trabalhei, eu quero conseguir tomar conta de mim. Sempre. Isso consome-me. Mas creio que não vai acontecer porque não vou engravidar este ano e porque no próximo te preparas para subir o IVA, que eu não sou parva.

Tendo em conta a vida em família, já viste bem a falta de esses 7% que parecem uma ninharia fazem a uma casa? Mas mau, mau, é que tem muito menos que eu. Histórias que eu oiço de absoluta miséria. Tristezas que vou lendo nos jornais. Realidades às quais não consigo vestir a pele. São histórias de sobrevivência, dia após dia, sem alegria de viver, uma vida de preocupações, que felizmente não é o meu caso e não é para lá que quero caminhar com os teus obscenos impostos. Assim, resta-me falar de mim. Estudei, tive empregos, fui ganhando mais um bocadinho aqui e acolá e sempre tive outros trabalhos além dos empregos. Mato-me a trabalhar e não quero andar a trabalhar para pagar os teus luxos, mas pagar pelo que preciso e me dá alegria ou me é gratificante. Ninguém quer passar de cavalo para burro ou trabalhar para aquecer! No mínimo quero manter-me onde estou!

Outra coisa interessante que te posso dizer é que na verdade não sou casada. Podia casar, mas de cada vez que me lembro que para carimbar um documento de total separação de bens (com mãos de oiro num qualquer notário) levam 250€. E fico logo enjoada.

E de cada vez que me lembro que se casar fico a perder e a pagar mais impostos, dá-me vómitos.

E de cada vez que me lembro que disseste que não gostavas de governos fracos que não soubessem prejudicar menos os contribuintes, tenho vontade de te procurar. E de cada vez que me lembro que afirmaste, mesmo antes de aumentar o IVA, que essa ideia não tinha fundamento e depois aumentaste o IVA com olhos de gatinho "teve de ser", tenho vontade de te procurar. E de cada vez que me lembro que afirmaste que acabar com os subsídios era um tremendo absurdo (que era a única coisa que permitia a muita gente ter férias, pagar seguros, pagar livros de escola), e acabaste mesmo com eles, tenho vontade de te procurar. E de cada vez que me lembro que chumbaste o PEC 4 afirmando que a austeridade não pode ir sempre ao bolso do contribuinte, tenho vontade de te procurar. E! - esta é uma pérola - quando garantiste com palavras tuas «se formos governo posso garantir que não será necessário cortar nos salários para sanear o sistema português», eu tenho mesmo vontade de te procurar!

Tenho vontade de te procurar e perguntar-te: O QUE É ESTA MERDA? 

Levaste o voto do povo, não o meu, mas na Sexta assassinaste as tuas próximas eleições. O pior disto é que atrás de ti não vem ninguém melhor. Por alguma razão tudo o que nos governa vem com bolor.

E enquanto me vais ao bolso, vou vendo por aqui http://madespesapublica.blogspot.pt/ a ligeireza com que se compram esculturas, carros, jantares de Natal milionários, produzem-se outros filmes milionários e desnecessários, embelezam-se rotundas, tudo com o dinheiro dos contribuintes... Nunca mais acaba! O próprio governo está envenenado, não sabem o que é tempo de poupar.

Não. Não tens o meu respeito. Para mim o país está condenado. Espero que te façam mal, não pelo que tiveste de fazer, mas por seres tão mentiroso!

Despeço-me como tu: obrigada.

Ana (aquela assinatura com ar de "sempre tua amiga")»



Porque agora, infelizmente, a palavra que mais ouço é "crise".

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A verdade explicada...

Vão-se foder.
Na adolescência usamos vernáculo porque é “fixe”. Depois deixamo-nos disso.
Aos 32 sinto-me novamente no direito de usar vernáculo, quando realmente me apetece e neste momento apetece-me dizer: Vão-se foder!
Trabalho há 11 anos. Sempre por conta de outrém. Comecei numa micro empresa portuguesa e mudei-me para um gigante multinacional.
Acreditei, desde sempre, que fruto do meu trabalho, esforço, dedicação e também, quando necessário, resistência à frustração alcançaria os meus objectivos. E, pasme-se, foi verdade. Aos 32 anos trabalho na minha área de formação, feliz com o que faço e com um ordenado superior à média do que será o das pessoas da minha idade. 
Por isso explico já, o que vou escrever tem pouco (mas tem alguma coisa) a ver comigo. Vivo bem, não sou rica. Os meus subsídios de férias e Natal servem exactamente para isso: para ir de férias e para comprar prendas de Natal. Janto fora, passo fins-de-semana com amigos, dou-me a pequenos luxos aqui e ali. Mas faço as minhas contas, controlo o meu orçamento, não faço tudo o que quero e sempre fui educada a poupar.
Vivo, com a satisfação de poder aproveitar o lado bom da vida fruto do meu trabalho e de um ordenado que batalhei para ter.
Sou uma pessoa de muitas convicções, às vezes até caio nalgumas antagónicas que nem eu sei resolver muito bem. Convivo com simpatia por IDEIAS que vão da esquerda à direita. Posso “bater palmas” ao do CDS, como posso estar no dia seguinte a fazer uma vénia a comunistas num tema diferente, mas como sou pouco dado a extremismos sempre fui votando ao centro. Mas de IDEIAS senhores, estamos todos fartos. O que nós queríamos mesmo era ACÇÕES, e sobre as acções que tenho visto só tenho uma coisa a dizer: vão-se foder. Todos. De uma ponta à outra.
Desde que este pequeno, mas maravilho país se descobriu de corda na garganta com dívidas para a vida nunca me insurgi. Ouvi, informei-me aqui e ali. Percebi. Nunca fui a uma manifestação. Levaram-me metade do subsídio de Natal e eu não me queixei. Perante amigos e família mais indignados fiz o papel de corno conformado: “tem que ser”, “todos temos que ajudar”, “vamos levar este país para a frente”. Cheguei a considerar que certas greves eram uma verdadeira afronta a um país que precisava era de suor e esforço. Sim, eu era assim antes de 6ª feira. Agora, hoje, só tenho uma coisa para vos dizer: Vão-se foder.
Matam-nos a esperança. 
Onde é que estão os cortes na despesa? Porque é que o 1º Ministro nunca perdeu 30 minutos da sua vida, antes de um jogo de futebol, para nos vir explicar como é que anda a cortar nas gorduras do estado? O que é que vai fazer sobre funcionários de certas empresas que recebem subsídios diários por aparecerem no trabalho (vulgo subsídios de assiduidade)?… É permitido rir neste parte. Em quanto é que andou a cortar nos subsídios para fundações de carácter mais do que duvidoso, especialmente com a crise que atravessa o país? Quando é que páram de mamar grandes empresas à conta de PPP’s que até ao mais distraído do cidadão não passam despercebidas? Quando é que acaba com regalias insultosas para uma cambada de deputados, eleitos pelo povo crédulo, que vão sentar os seus reais rabos (quando lá aparecem) para vomitar demagogias em que já ninguém acredita?
Perdoem-me as chantagem emocional senhores ministros, assessores, secretários e demais personagem eleitos ou boys desta vida, mas os pneus dos vossos BMW’s davam para alimentar as crianças do nosso país (que ainda não é em África) que chegam hoje em dia à escola sem um pedaço de pão de bucho. Por isso, se o tempo é de crise, comecem a andar de opel corsa, porque eu que trabalho hé 11 anos e acho que crédito é coisa de ricos, ainda não passei dessa fasquia.
E para terminar, um “par” de considerações sobre o vosso anúncio de 6ª feira.
Estou na dúvida se o fizeram por real lata ou por um desconhecimento profundo do país que governam. 
Aumenta-me em mais de 60% a minha contribuição para a segurança social, não é? No meu caso isso equivale a subsídio e meio e não “a um subsído”. Esse dinheiro vai para onde que ninguém me explicou? Para a puta de uma reforma que eu nunca vou receber? Ou para pagar o salário dos administradores da CGD?
Baixam a TSU das empresas. Clap, clap, clap… Uma vénia! 
Vocês, que sentam o já acima mencionado real rabo nesses gabinetes, sabem o que se passa no neste país? Mas acham que as empresas estão a crescer e desesperadas por dinheiro para criar postos de trabalho? A sério? Vão-se foder.
As pequenas empresas vão poder respirar com essa medida. E não despedir mais um ou dois.
As grandes, as dos milhões? Essas vão agarrar no relatório e contas pôr lá um proveito inesperado e distribuir mais dividendos aos accionistas. Ou no vosso mundo as empresas privadas são a Santa Casa da Misericórdia e vão já já a correr criar postos de trabalho só porque o Estado considera a actual taxa de desemprego um flagelo? Que o é. 
A sério… Em que país vivem? Vão-se foder.
Mas querem o benefício da dúvida? Eu dou-vos:
1º Provem-me que os meus 7% vão para a minha reforma. Se quiserem até o guardo eu no meu PPR.
2º Criem quotas para novos postos de trabalho que as empresas vão criar com esta medida. E olhem, até vos dou esta ideia de graça: as empresas que não cumprirem tem que devolver os mais de 5% que vai poupar. Vai ser uma belo negócio para o Estado… Digo-vos eu que estou no mundo real de onde vocês parecem, infelizmente, tão longe.
Termino dizendo que me sinto pela primeira vez profundamente triste. Por isso vos digo que até a mim, resistente, realista, lutadora, compreensiva… Até a mim me mataram a esperança.
Talvez me vá embora. Talvez pondere com imensa pena e uma enorme dor no coração deixar para trás o país onde tanto gosto de viver, o trabalho que tanto gosto de fazer, a família que amo, os amigos que me acompanham, onde pensava brevemente ter filhos, mas olhem… Contas feitas, aqui neste t2 onde vivemos, levaram-nos o dinheiro de um infantário. 
Talvez vá. E levo comigo os meus impostos e uma pena imensa por quem tem que cá ficar. 
Por isso, do alto dos meus 32 anos digo: Vão-se foder.



by Ângela Crespo, in Facebook

Não tenho 32 anos, mas tenho a mesma descrença. Não tenho um trabalho que amo, mas partilho do mesmo sentimento. Estou cansada de pagar sem saber para o quê, e por isso cito o texto acima. Faço minhas as palavras da Ângela, e como ela, estou profundamente triste.

E, no final, também eu tenho imensa pena de tudo isto, e é com uma enorme dor no coração que digo: já estive mais longe de me ir embora. E sim, é com pena, porque amo Portugal, a minha casa, a minha família, os meus amigos.

Mas estou cansada.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Ideias ideias!

Pois é! Ando com um novo (e curto!) projecto em mãos!
E perguntam vocês, mais um ?!? Ah pois! E o que é, o que é? ...

...

...


...


A preparação de um "mini"-casamento! Aqui ficam as imagens que me prendem a atenção...

[o bouquet da noiva]


DIY: Glittering Heart Dessert Toppers
[o "mini" bolo ideal]

[a "mini" lua de mel]

E por momentos estou a reviver uma fase maravilhosa... e que bom que é! É já daqui a uma semana!



domingo, 9 de setembro de 2012

Setembro - aka "recomeço"

Setembro é aquele mês em que tudo recomeça. É uma espécie de Janeiro sem o Ano Novo.
Setembro trás-me sempre à memória o terror que era o Verão e a alegria do recomeço das aulas. Se fechar os olhos, quase que consigo sentir o desespero do último dia de aulas, o medo de meses passados na praia, o terror de saber que nunca seria tão fixe como as outras, tão cool como as outras, tão popular como as outras: em suma - quando se chegava o verão, quase que me apetecia cortar os pulsos ou espetar agulhas nos olhos.
Não sou gaja de numerosas amizades, e as que tenho foram feitas já depois dos meus 20 anos. Como devem imaginar, 20 anos sem amizades não é fácil - nem ajuda ao desenvolvimento dos relacionamentos sociais. Basicamente, eu era uma miúda com um enorme teor de baixa auto-estima - e daí a minha dificuldade em enfrentar 3 meses de verão. Quase que morri numerosas vezes. Mas (nem sei bem como) conseguia sempre chegar a Setembro: IEI!

A aproximação de Setembro trouxe sempre uma alegria renovada - e isso não mudou. Já não sou a mesma rapariga de antes (mudei muito em muitos aspectos) - mas um recomeço é sempre bem vindo. Será sempre.

E eu estou com uma grande vontade de recomeçar, meter mãos à obra, preparar os imensos projectos que tenho em mente. Chegar a casa depois de umas férias longe tem sempre o mesmo efeito em mim: amar mais o meu canto, o meu espaço. Amar mais o meu lar, o sítio onde sou diariamente feliz. Querer passar mais tempo em casa: cozinhar mais, vegetar mais, ouvir mais música, comprar mais coisas, furar mais as paredes. Porque aqui, no sítio que partilho com quem mais amo, sou feliz.

[porque "casa" é o sítio onde estou contigo!]

Saudades de casa e família atenuadas, coloquei em ordem os assuntos pendentes.

O blog está atualizado, a casa em ordem (para colocar em desordem já para a semana!), o email atualizado, a roupa lavada e estendida, a louça já arrumada, arrumei as fotografias publiquei no face, revi amigos. Li livros (2!) e começei outro. Escolhi modelitos para festas. Comprei sapatos. E... já começei a pensar no Natal: a árvore, as luzes, as prendas já não me saem da ideia! Quero fazer presentes este ano. Mesmo. Quero partilhar a alegria do Natal, uma vez mais, melhor que as outras vezes.

Entretanto, os amigos estão à espera para mais e melhores encontros. A casa está à espera de concerto - para ficar ainda melhor. Em suma... a vida está à minha espera: e eu estou com uma alegria renovada!

Olá Setembro! Olá recomeço!

Então, já pensaste nisso?

Penso "sim!", sinto "não!"... mas no finalzinho desabafo... "seria como se nos calhasse a sorte grande..."

sábado, 8 de setembro de 2012

Férias'2012

Acabaram-se mais umas férias. 3 semanas de descanso, passeio, sol, praia, calor - e Veneza...





















Cheguei hoje. Amanhã é Domingo, e aproxima-se mais uma jornada de trabalho.
Entretanto, aproximam-se casamentos (3!), festas, encontros de amigos (tantos e que já não vejo à tanto tempo!).

E... o Natal está a chegar!

sábado, 1 de setembro de 2012

Aquisição super-desejada

Finalmente, depois de largos anos a dizer-que-um-dia-vou-fazer-uma-tatuagem, o dia chegou.

Dia 1 de Setembro de 2012 foi o dia
E este é o resultado.


A-do-ro. Adoro, adoro, adoro.
Sim, é mesmo isto.