sábado, 23 de junho de 2012

OSM@XLM

Hoje, participei num evento promovido pela XLM, o "OSM@XLM", no âmbito da iniciativa "Vamos Mapear Portugal".
Este evento procura que, localmente, cada um de nós mapeie um pouco do Portugal que conhece, para que possamos ter um mapa o mais actualizado, correcto e livre possível.




Foi um dia entre amigos, conhecidos e desconhecidos. Foi um evento que se vai repetir, e no qual irei participar novamente!

Vamos Mapear Portugal!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Isto anda complicado de gerir.

E ao que parece, não é só para mim. Por uns motivos ou outros, estou acompanhada nesta luta do vamos-lá-a-espremer-o-cérebro-mais-um-bocado-para-tentar-endireitar-isto.

A verdade é que o meu já anda cansado, exausto, no limite da paciência e da espremedura. Como não gosto de dar parte fraca, levanto-me todos os dias cheia de boa vontade para lutar mais um bo-ca-di-nho, e não tenho muito a ajudar-me: tenho a rotina completamente de pernas pró ar, a pressão/stress no local da labuta está a topo, muitas mudanças repentinas (felizmente transitórias, senão já me tinha dado um colapso) e um completo desiquilíbrio emocional/cerebral está prestes a ocorrer.

Claro que não é nada de grave, nem sério, nem suficiente para preocupar deus-nosso-senhor e incitá-lo a dar-me uma mãozinha. Ele bem que deve pensar "amanha-te que eu tenho mais que fazer", e eu, que remédio, com mais um ou outro empurrão, cá vou levando a vida prá frente, um dia de cada vez, e desesperadamente com os olhos postos no dia em que tudo voltar à normalidade e eu puder, enfim, recuperar um pouco deste louco mês.

Julho, podes chegar por favor?

terça-feira, 19 de junho de 2012

Confusão.

É no que a minha vida está mergulhada. Tenho mais uma vez posts em atraso, uma lista de coisas para fazer, uma enorme vontade de ler (que tem ficado por isso mesmo), trabalho que chega para mim e para mais 3, ainda arranjo tempo para estar com as pessoas de quem gosto, para contribuir para projectos (que ainda não sendo "meus") que se estão a desenrolar com prioridade, para ir ao ginásio... mas descansar, tá quedo.

Não é que ter 50.000 coisas para fazer seja mau: muito pelo contrário (até porque algumas são muitoooo fixeeeeees) porque me ajuda a passar o tempo, a manter a cabeça ocupada e a manter o sorriso na cara.

Preciso de férias, urgentemente. Mas agora, acho que me basta dormir.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Saudade.

Tenho sentido bastante esta palavra.

domingo, 17 de junho de 2012

E por falar em bola....

... estamos apurados para os quartos-de-final do Euro 2012.

Jogámos bem (e desculpem lá, mas 1000x melhor do que o jogo anterior), démos luta, trocámos a bola, rematámos muito, acertámos 3 (em que um foi mal anulado), não perdemos tempo em tentativas de faltas e démos um espetáculo mais-ou-menos bonito.

Hoje, gostei de ver. E dito isto, vem a reflexão acerca do que representa estarmos apurados.

Não é por isto que gosto mais ou menos de ser portuguesa, nem se tivéssemos perdido teria deixado de dormir o meu sono descansadinho, nem acredito veementemente que iremos chegar mais longe (se calhar, até passamos a Rep. Checa, mas não me parece que vá ser missão fácil). Também porque não sou fã incondicional de futebol - gosto do convívio, de não haver discussão acerca de quem é melhor (afinal, joguemos mal ou bem, torcemos todos pelo mesmo), de ver com ansiedade passes de mestre e esperar pelo resultado da finalização, de vibrar com os jogos, de ralhar com as faltas: mas também me acontece o mesmo por outros desportos que andam por aí.

Estarmos apurados significa estarmos todos um pouco mais felizes (haja alguma coisa que o faça) e que o Ronaldo conseguiu, talvez pela primeira vez, mostrar que além de ser um jogador excepcional (que ninguém duvida que ele é) - é um jogador que sofre pelo país do qual se diz natural (digo isto com algum sarcarmo porque... ele é da Madeira). Não duvido do esforço noutros jogos, nem da gana de querer calar as pessoas, nem da vontade de ganhar (é que ninguém gosta de perder, certo?) - mas a postura e atitude que envergou até hoje não deixavam que se visse além do "ah, ele joga é pelo Real, que é onde ganhar dinheiro!". Hoje, vi um Ronaldo lutador, que viu e pensou bem o jogo - e se calhar até só por isso, foram um pouco mais equipa. Ronaldo será amanhã, nos títulos das publicações que até agora o massacraram, o maior da aldeia dele. Neste pais passa-se de besta a bestial em 3 tempos (e de bestial a besta em apenas 1), e as qualidades que temos (seja na bola, seja na vida) são um pouco mais merdosas (desculpem o termo) só porque são tugas. Enfim...

Ainda assim, alguém foi capaz de ver que também somos:

Nós somos bons amigos, somos anfitriões
Somos desenrascados, somos brincalhões
Nós somos grandes praias, também somos fadistas
Somos os MAIORES, nós somos recordistas
Nós somos frescura, somos muito prazer.
Nós somos a cerveja, nós somos bem viver. 
Somos nós! 

Somos festivaleiros, somos todos doutores. 
Também somos bairristas e descobridores. 
Somos loucos por bola, nós somos a paixão! 
Somos futebol, nós somos selecção.

Nós somos a mini, somos original, nós somos a frescura, nós somos PORTUGAL! 
SOMOS NÓS!

by Anúncio Sagres Seleção Somos Nós 2012

Então, meus senhores, joguem lá à bola, façam o vosso trabalho, que a gente deste lado faz o nosso e torce por vocês!

MacGyver - Photo Shot

Hoje, dediquei algum tempo a fotografar o Mackie. Decidi tentar fotografar algumas poses engraçadas dele, mas ele não quis colaborar.... mas ainda consegui algumas dignas de registo! Está um gato esperto, entendido, bonito, brincalhão e activo... e incrivelmente meigo e sossegado!

Mas aqui ficam as fotos...

A minha preferida:

E aqui ficam as outras que escolhi para partilhar!







sábado, 16 de junho de 2012

Workshop Pinhole

E lá fomos, ao workshop de pinhole. Foi uma conversa descontraída de café, misturada com a descoberta de um novos sabores de chá. Gostei da conversa, de conhecer a dedicação de quem cria o seu próprio meio para tirar fotografias, de quem sabe que existe uma fórmula para calcular o tamanho do pinhole consoante a distância ao filme fotográfico...

Pelo meio, ainda tirámos uma foto com uma máquina pinhole, e o resultado foi este:



Olhando para a foto, fiquei com vontade (e estou mesmo a preparar-me) de.... fazer a minha própria máquina pinhole! Quanto mais não seja, para fazer a experiência e poder dizer "eu já fiz"!

Mais uma semana que passou...

... e menos uma que falta (com taaanta coisa para fazer, até foi fácil que passasse a correr!).

Estamos em 3 semanas, e a contar.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Photo Challenge Day - Week 6

E aqui estão (finalmente) as fotografias do desafio semanal! A ideia foi utilizar os vermelhos como cor dominante, o que se revelou uma tarefa nada fácil! Ainda assim, aqui estão os resultados, que eu acho terem ficado com alguma piada e conteúdo!









Well, enjoy!


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Feirinha do Livro

E fui à feira do livro no Porto, ontem.
Trouxe mais umas obras, mas ficaram muitas outras que eu gostaria de ter trazido.

Sempre achei que gastar dinheiro em livros é um bom investimento. Gastamos dinheiro em histórias, contos, romances e dramas, em locais fictícios ou anormalmente conhecidos, em amores comuns e guerras surreais. É dinheiro investido em folhas que ficam numa estante depois de lidas, mas que nos enriquecem como pessoas. Adoro ver estantes cheias de livros, porque cada livro também é parte de mim. Em cada folha, está um sonho meu, um espanto, um suspiro, uma lágrima. Em cada linha, em cada palavra, estão pensamentos, desejos, sonhos e ambições, (des)ilusões, incompreensões e tristezas.

Leio cada livro como se fosse a minha vida ali, estampada. Gosto de tornar os personagens meus amigos, meus parentes e meus inimigos. Gosto de ser mais uma personagem na história, de fazer parte da trama, de amar cada personagem - às vezes, até mesmo os vilões.

Gosto de atafulhar a casa de livros. Gosto de ter mais este e este e aquele. De ler este e aquele autor. De gostar de uns, e detestar os outros. Gosto de falar sobre os livros, de partilhar experiências, e de ver que somos todos tão diferentes. Gosto de oferecer livros: abrir portas para mundos maiores que o nosso, ou mais pequenos que o nosso, ou diferentes do nosso, ou simplesmente, abrir portas. E gosto do sorriso de quem desembrulha um livro, porque sabe que ali estará também um pedaço de vida que, sendo real e inquietante, é apenas de quem a lê.



Quero continuar a comprar livros, porque um dia, quando não couberem mais livros nas estantes lá de casa, posso oferecer partes de mim e fazê-las viver na vida de outras pessoas. Porque gosto de fazer a diferença, marcar nem que seja um pedaço da vida de quem por mim passa - uns vão ficando, os outros vão indo e vindo, e outros ficam bem lá atrás no passado - mas a oferta de um livro deixa-me a sensação de que eu até posso passar, mas ficarei sempre naquelas folhas.

Gosto dos livros por tudo isto - mas ainda mais porque me tornam melhor pessoa de cada vez que me decido a pegar em mais um. São compromissos - de 500 folhas, mas são compromissos. Chegar ao fim, reflectir, sentir, viver, detestar ou amar - ler um livro representa colocar todo o corpo/cérebro a funcionar. E sou vaidosa porque me orgulho de saber que de cada livro tiro muito mais do que o autor quis que eu tirasse. E prova disso são as milhares de opções que vou criando na minha mente para cada cena.

Livros. Um dia, vou escrever um. Nem que seja para chegar à conclusão de que sou uma leitora assídua, pontual e motivada, mas uma péssima escritora. Mas vou escrever um. Podem esperar por isso.


terça-feira, 12 de junho de 2012

Sorte Grande


Olha lá,
Já se passaram alguns anos
Nem sequer vinhas nos meus planos
Saiste-me a sorte grande
E eu cá vou
Gozando os louros deste achado
Contigo de braço dado para todo o lado
Eu vou até morrer ser teu se me quiseres
Agarrado a ti vou sem hesitar
E se o chão desabar que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Meu amor na roda da lotaria
Que é coisa escorregadia
Saiste-me a sorte grande
E eu cá vou
À minha sorte abandonado
Contigo de braço dado para todo o lado
Eu vou até morrer ser teu se me quiseres
Agarrado a ti vou sem hesitar
E se o chão desabar que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Olha lá,
Por mais que passem os anos
Por menos que eu faça planos
Sais me sempre a sorte grande
Agarrado a ti vou sem hesitar
E se o chão desabar que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Vou sem hesitar
E se o chão desabar que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Vou agarrado a ti
Vou agarrado a ti



"Sorte Grande", by João Só e Abandonados, featuring Lúcia Moniz

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Hoje estou em dia não.

E não tenho mais nada a dizer. Mas também não me interessa.

domingo, 10 de junho de 2012

1ª semana...

... and counting! Faltam 4!

Bring them on!

sábado, 9 de junho de 2012

É triste,

... mas necessário.

Hoje é dia de limpeza geral (leia-se ge-ral) lá em casa.
E hoje são estes os meus melhores amigos:



Resumindo, bah - que treta de dia!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

2ª sexta feira da semana

E bem que já podia ser sábado.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Photo Challenge - Week 5

E ontem foi mais um dia de desafio! Desta vez, não houve temas: os requisitos eram apenas conseguir 8 fotos a preto-e-branco, de ângulos diferentes de visão. Visitámos um sítio novo, tirámos fotos diferentes e, uma vez que hoje é feriado já tive tempo de as escolher.

Aqui estão elas, pela ordem cronológica em que foram tiradas:

[ 1. rosa ]

[ 2. caminho pela janela ]

[ 3. pés ]

[ 4. retrato ]

[ 5. pombos ]

[ 6. cidade]

[ 7. canteiro ]

[ 8. telefone ]

[ 9. árvore ]

E até para a semana!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Home sweet home

É impressionante como acabamos por nos agarrar a alguém - às vezes muito mais do que a nós mesmos. Do mesmo modo, tendemos a agarrar-nos às coisas. Eu até me considero algo desprendida, mas há algo que me prende o coração: a nossa casa. O nosso lar. Guarda memórias (umas melhores que outras), histórias, pessoas. Guarda risos e sonhos. Guarda discussões sem pé nem cabeça, guarda objectivos, metas.

Tenho um enorme carinho, amor mesmo, pela nossa casa. Insisto em cuidar da nossa casa, porque só assim me sinto bem: a cuidar do nosso espaço. Só faz sentido ter uma casa, se essa casa for um lar. E para ser um lar, tem que me fazer sentir bem. Preciso da paz do silêncio, da harmonia das cores, do conforto do sofá, da alegria da cozinha, da sensação de simples-e-completo-bem-estar. Adoro estar em casa. Adoro pensar no que vou fazer as seguir. Adoro saber que tenho um espaço que é nosso e que adoro.

Adoro receber pessoas na nossa casa, e fazê-las sentir como se estivessem na delas. Partilhar as nossas pequenas vitórias, e receber de volta a sensação reconfortante do bem estar. Convidamos pessoas lá para casa, por tudo e por nada, muitas vezes. Porque também delas se faz a história da nossa vida. Quando cozinhamos para os amigos, e os servimos à mesa acompanhados de um bom vinho, estamos a construir "coisas". Quando ligamos a TV e ela fica a "falar sozinha" porque estamos demasiado entretidos entre nós, estamos a construir "coisas". Quando abrimos os álbuns das fotos e partilhamos lugares, experiências, vivências, estamos a construir "coisas". Valorizamo-nos a nós mesmos e aos outros, quando partilhamos a nossa casa. Porque esta partilha não é só abrir a porta de casa a alguém: é abrir a nossa vida, o nosso pequeno mundo, aos outros.

Andar descalça, pisar a relva, churrascar no jardim, dormir no sofá, olhar pela janela: em casa, na nossa casa, naquele pequeno espaço que é nosso -e só nosso - posso fazer o que quiser. Posso gritar, ouvir música horrorosa, rebentar com bolos no fogão, furar as paredes para pendurar coisas, deixar o gato esfrangalhar as cortinas, deixá-lo dormir onde quiser - deixando pêlo por todoooo o lado, posso... ser eu.

Neste momento, sinto a casa vazia, porque tu não estás. É por pouco tempo, eu sei, e por isso quero continuar a tratar da nossa casa o melhor que sei e que posso, para que, quando voltares, possas amar ainda mais o nosso pequeno mundo. Porque cada saída serve para isso mesmo: amarmos sempre e cada vez mais o nosso espaço.

Abro os tais álbuns de fotos, e vejo ali um pequeno pedaço de vida que, devido à nossa insistência em nos agarramos às pessoas, parece tão grande. Recordo as histórias que estão lá, e imagino as histórias que terás para me contar quando chegares. E sei que, mais uma vez, o nosso lar vai ficar um bocadinho mais cheio de "coisas": mas não faz mal, porque esse espaço é inesgotável e infinito, e nunca vai ficar demasiado cheio. Muito pelo contrário, quanto mais lhe damos cor, histórias e o enchemos de recordações, mais espaço fica aberto para as milhares de coisas que estão para vir.

Hoje, conforta-me estar na nossa casa, porque por lá tenho muito que sonhar. Mas volta depressa, porque o nosso pequeno mundo só faz sentido quando estás.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Work Out Day

E hoje é mais um dia de ida ao ginásio. Tenho-me debatido para não falhar e comparecer sempre aos treinos semanais.

Faz-me bem. Liberta-me de alguns stresses e ajuda-me a sentir-me bem comigo mesma. Ajuda-me a libertar a cabeça da vida de "problema-constante-e-universal" a que está habituada. Permite-me, durante algum tempo, ter uma desculpa para não querer saber de mais nada além de mim mesma.



Hoje é dia de treino. E estou ansiosa!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Aniversário do Dia: Avó!

Pois é. Hoje, dia 4 de Junho, faz 67 anos a minha avó.

67 anos é muito ano, muitas histórias, muitas alegrias, outras tantas tristezas, muitas experiências, vivências, altos e baixos, choro, muitos risos, e muitas outras coisas que a idade nos traz. A idade é um posto, efectivamente. Trata-se de dar e receber, amar e ser amado, viver e deixar viver, sorrir e fazer sorrir os outros, chorar e não deixar que os outros chorem.

67 anos é muito ano. E merecem ser festejados!


Parabéns, avó! Que possas fazer muitos mais, cheios de saúde alegria e amor!

domingo, 3 de junho de 2012

Brasil: Rio de Janeiro.

Nestes últimos dias tenho ouvido falar muito do Brasil.
E foi com um misto de alguma surpresa, alegria, orgulho, inveja (sim, dor de cotovelo mesmo), preocupação e tristeza que me vi a empacotar roupas para 35 dias de ausência do T.: 35 dias no Rio de Janeiro.



Hoje, é o dia 1. Ainda nem do aeroporto saiu e eu já me estou a interrogar como é que vou passar os próximos 34 dias. Não são assim tantos -  ou pelo menos matematicamente falando não parecem - mas sei que vai parecer o dobro, ou o triplo.

Como não quero dispersar muito neste assunto, resta-me pensar que só tenho que me manter ocupada, e tudo vai correr bem - como de costume. Afinal, eu sou aquela pessoa que tem 50.000 coisas na agenda para fazer - algumas para ontem - e que não hesita em adicionar mais isto ou aquilo a essa tal lista - que vos garanto ser quase humanamente impossível de cumprir. A verdade é que o tempo não vai sobejar, vou continuar a não ter tempo nem para piscar os olhos, vou continuar a ter horários para tudo e mais alguma coisa, vou riscar 1 item da lista e vou adicionar de caminho mais 3. Eu sou assim - e por isso sei que o tempo vai passar depressa. E daqui a nada está a campaínha a tocar com o T. de volta carregado de histórias, bronze, sotaque, sorrisos... e malas.

Fica a fazer-me companhia a inveja de não poder ir também, a saudade de quem nos últimos anos me tem acompanhado todos os dias (ou quase todos, vá), e a preocupação natural de quem vê alguém querido a ir para um mundo completamente novo e diferente - em todos os sentidos.

Faltam 34 dias. Está quase.




sábado, 2 de junho de 2012

Photo Challenge - Week 4

E mais uma vez, metemos as máquinas ao ombro e seguimos caminho para retratar mais um pouco de Aveiro. Esta semana, contudo - e apesar de não ter achado os temas difíceis - "custou" mais a concentrar e a encontrar  o conteúdo certo para cada tema.

Ainda assim, agarrámo-nos a toda a nossa força de vontade, e lá conseguimos tirar "umas" fotos.

Os temas desta edição foram:
1. porta
2. rua
3. estátua
4. amarelo
5. padrão
6. sinalética
7. dedos
8. riso


Pela primeira vez, não sou capaz de dizer "gosto mais desta". A verdade é que gosto de todas. E por isso vo-las deixo por ordem de tema, para que opiniões possam surgir!



[1. porta]

[2. rua]

[3. estátua - a salineira]

[4. amarelo]

[5. padrão]

[6. sinalética]

[7. dedos]

[8. riso]

See you next week!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Os "Pilares da Terra"...

... são os próximos na minha lista de livros que quero ler.



Para começar já hoje!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Estou-me a entreter...

... a escolher a massagem 2 por 1 que vamos usufruir em Julho, graças à Vera.

Tenho coisas maravilhosas para escolher, entre massagens holísticas, de relaxamento, drenantes, tratamentos de rosto, envolvimentos (isto parece-me muito beeeeeem!) e coisas que tais.

E daqui a nada tou-me a babar, mas daqui a mês e qualquer coisa vou estar assim:



... e concerteza muito feliz e relaxada! Obrigada Vera!

Acabei, finalmente...

... de ler "Amor em Tempos de Cólera". E sim, vale a pena.

Gabriel Garcia Marquez tem um tudo-nada-de-valor a escrever. A história conta a história de várias histórias entrelaçadas num tempo que em a sociedade era outra, a vivência era outra, os amores eram outros. E acho que a parte do título "em Tempos de Cólera" está lá só para enganar.

A verdade é que sim, a história é relatada num tempo em que a cólera atacou "em grande" e milhares de pessoas morreram à conta disso. Mas também se podia chamar "Amor em Tempos de Gripe", porque qualquer doença/maleita que fosse colocada no título... serve para enquadrar a época, mas é "perfeitamente irrelevante" para o conteúdo do livro.

Off-topic: Quem quiser ler o livro, pare por aqui. Senão vão ficar a saber a história. E eu avisei!

Fiquei impressionada com a determinação de Fermina, com a perseverança quase irracional de Florentino, com a metodologia de Urbino e com o triângulo amoroso que entre eles se formou e que durou 50 anos. Sim, 50 anos. 50 anos de um casamento mais-ou-menos feliz de Fermina e Urbino, 50 anos de um amor platónico de Florentino por Fermina e de muitas mulheres que lhe passaram pelas mãos, não tendo nenhuma conseguido que ele "assentasse" "lá por casa". E o que acontece quando Urbino morre (e pah, que morte estúpida... acho que lhe podia ter arranjado qualquer coisa melhorzinha... ele era médico, caramba!) ? Eu pensei que Florentino ia acabar tal qual viveu 50 anos: sem Fermina. Pois enganei-me. E o que dizer de um amor entre pessoas de 80 anos ? A "frase" que acompanha o título é a que melhor reflecte o conteúdo: "Quando tempo esperaria por um amor?" Ao que parece, há quem espere muito tempo - Florentino. Enquanto esperou, deu anonimamente largas à veia de poeta, fez nome, fortuna e conquistou a posição social que alguém "filho de pai incógnito" não tem regularmente. Viajou apenas uma vez - algo um quê de redutor para quem dirigia a companhia fluvial das caraíbas - para não perder de vista a "tal". E por fim, (e hão-de reparar na referência às "recentes" máquinas de escrever) com um chorrilho de cartas conquistou a mulher que desejou 50 anos. Acabou com a mesma referência à importância das cartas na altura com que começou.

As descrições são muito boas, completas, deliciantes. Os cenários são bem construídos, as intrigas oportunas, o jogo de vidas bem montado. Adorei Leona Cassiani, América Vicuña, e muitas outras personagens que o livro faz surgir, desaparecer e resurgir com uma classe e elegância soberbas.

Veredicto:

Very Much!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

E só para provar que estou por aqui...

... digo-vos que temos reserva confirmada (eu e a Vera) para um Workshop de Fotografia Estenopeica. E o que é isso, perguntam vocês?

"O que é isso?"

Pois bem, são fotografias executadas com "máquinas" pinhole - que vem do inglês pin-hole e que significa "buraco de agulha". É tão simples como ter uma caixa em que não entre nenhum tipo de luz, fazer-lhe um furinho, e utilizar as nossas mãos como "obturador". Assim, ao abrirmos o obturador (aka "mão-da-pessoa-em-causa") a imagem será projectada (e invertida, vejam lá!) na face da caixa contrária à que tem o pin-hole. Depois é esperar um bocadinho com o "obturador" aberto para que no papel fotográfico fique registada a imagem e voilà! temos fotografias estenopeicas. Awesome!

(Acabei de vos prestar um serviço público, porque a cultura nunca é demais e não ocupa lugar!)

Deixo-vos um exemplo de uma fotografia tirada com esta técnica, para ficarem deslumbrados!

[fotografia tirada daqui]


Quanto a nós, dia 16 de Junho, estaremos lá!

Tenho falhado redondamente...

... nos meus posts diários. A verdade é que as novidades não são assim tantas, o trabalho não é assim tão pouco e o tempo livre escasseia rapidamente - às vezes, demasiado depressa.

Ficam os desejos de escrever aqui episódios diários. Fica a vontade de ser mais assídua. Fica a culpa de não o ser. Mas prometo que vou ser mais frequente por aqui - até porque há mais um workshop na calha!

sábado, 26 de maio de 2012

Photo Challenge, Week 3

E pronto, venho-vos deixar aqui as fotos do desafio semanal de fotografia, que desta feita ocorreu dia 24 de maio.

Os temas eleitos para esta semana foram:

  1. retrato
  2. close-up
  3. verão
  4. sombras
  5. reflexo
  6. água
  7. árvore
  8. almoço
Tenho a dizer que tenho gostado imenso deste desafio. Leva-nos a focar a concentração, a melhorar a técnica fotográfica... e a aproveitar o solinho que se tem feito sentir. E faz-nos sentir orgulhosas "da gente".

Abaixo deixo-vos as fotos eleitas para este desafio, pela ordem de tema. Porque as minhas preferidas são as da árvore e do almoço (por esta ordem), e logo depois vem o close-up e o verão e a água. O retrato e as sombras estão "ok", mas a do reflexo é que não me encanta em nada.

Mas digam lá que os moranguinhos não ficaram com bom aspecto?

1. retrato

2. close-up [a calçada estava pintada às cores!]

3. verão [calorzinho que estava!]

4. sombras

5. reflexo [era estar calminha a água e até tinha ficado interessante...]

6. água

7. árvore

8. almoço [hhhmmmmm....]


E pronto: hoje consegui concretizar algumas coisas da lista que já me estavam a meter fastio... mas (e agora é a parte em que olho para a lista e vejo o que falta fazer amanhã)... continua interminável. Quase que digo "que bom"!