terça-feira, 24 de abril de 2012

Hoje, foi um dia mau.

Mas, como em tudo, dias melhores virão.



Tenho a certeza.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Companhias... fazem toda a diferença!

Hoje, o que me vai acompanhar é isto:



Mas efectivamente o que me apetece (mesmo, mesmo, mesmo, mesmo, mesmo) é...

    

Quem disse que as companhias fazem toda a diferença... tinha razão!

domingo, 22 de abril de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

Hoje meti-me na cozinha...

E o resultado foi este!



Enjoy!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Lifting day!

Já tinha mudado o conceito - muitas vezes.
Já tinha mudado o tema, e depois voltado ao mesmo.
Já tinha mudado o conceito outra vez - muitas vezes.

Até que o conceito funcionou. E mudou o tema. E agora gosto mais um bocadinho!


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Maravilhoso despertador, maravilhoso

Ontem, foi dia de "não-publicar".
Não que não tivesse que dizer ou que não tenham acontecido "episódos" dignos de marca. Simplesmente estava tão empenhada/concentrada no trabalho que o tempo passou e passou também a hora de escrever.
...

E hoje, está a ir pelo mesmo caminho!

Porque é que me levantei da cama, oh, porquê?

terça-feira, 17 de abril de 2012

Conclusões de final de dia.

Deixo-vos aqui um pedaço de conversa entre mim e a Verinha - hão-de reparar que a Vera é uma personagem cada vez mais activa aqui nestas páginas, mas não, não é imaginária.:


(6:51:05 PM) V.: tou tão cansada
(6:51:07 PM) V.: jazuz
(6:51:39 PM) Vera: eu tenho duas teorias
(6:51:41 PM) Vera: 1. o tempo
(6:51:47 PM) Vera: o que me leva à segunda
(6:51:50 PM) Vera: 2. estamos velhas
(6:52:00 PM) Vera: eu ando molenga
(6:52:06 PM) Vera: e tenho pesadelos todas as noites
(6:52:12 PM) Vera: acordo sempre, sempre angustiada
(6:52:48 PM) V.: lol
(6:52:54 PM) V.: sim, concordo com ambas


Acho que isto diz tudo. Sim, diz. Pensando bem... nah, sim, diz. Principalmente quando temos 26 anos.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Eu não estou cansada.

Estou a um passo - muito pequenino - de morrer de exaustão.

domingo, 15 de abril de 2012

Opinião Pós-Leitura - O tema do III Reich

Pois é, este fim de semana li "O Rapaz Do Pijama às Riscas" e "O Leitor".

O tema do III Reich estava presente em ambos, e gostei de ler ambos.



De um lado o drama contado pelos olhos de uma criança cuja inocência não lhe deixou perceber que "do outro lado da vedação" as "pessoas de pijama às riscas" - que ele tanto invejava por poderem andar de pijama todo o dia, terem muito espaço e muitas pessoas com quem conversar - estavam a ser vítimas de uma "Solução Final" - o que hoje conhecemos como Holocausto. E pela inocência - acabou por ser vítima da crença de um país liderado por um Fuhrer frustrado, fraco e ignóbilmente ignorante - só para não dizer burro, parvo, egocêntrico e essas coisas todas.



Do outro, o romance contado pelos olhos de um adolescente que amou e se deixou amar por uma mulher que pertenceu à SS (Schutzstaffel, a entidade responsável por grande parte dos crimes cometidos no "reinado" de Hitler - uma espécie de polícia/exército privado ). Aos 15 anos, ele não sabia disso - e duvido que se tivesse importado, se soubesse: naquelas tardes de leitura e amor, só ele e ela importava. Mais tarde, ele soube a verdade - e isso não o impediu de a amar sempre.

Deixo por aqui os comentários - só para não ser spoiler. Mas sim, são bons livros - valem o tempo e dedicação de serem lidos com carinho, cuidado e muita atenção.

O Tempo Certo

De uma coisa podemos ter certeza: de nada adianta querer apressar as coisas
Tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto, mas a natureza humana não é muito paciente. 
Temos pressa em tudo! 
Aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que tu mesma provocas, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo.
Mas alguém poderia dizer: - Mas qual é esse tempo certo? Bom, basta observar os sinais. 


Geralmente quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida, pequenas manifestações do quotidiano, enviarão sinais indicando o caminho certo. 
Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer. 
Mas com certeza, o sincronismo se encarregará de a colocar no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa! 
Basta acreditar que nada acontece por acaso! 


E talvez seja por isso que estejas agora a ler estas linhas. 
Tenta observar melhor o que está à tua volta. Com certeza alguns desses sinais já estão por perto, e ainda nem os viste. 


Lembra-te que o Universo, sempre conspira a teu favor, quando possuis um objetivo claro e uma disponibilidade de crescimento.



(texto tirado de aí algures - mas eu gostei. e pronto, copiei.)

sábado, 14 de abril de 2012

sexta-feira, 13 de abril de 2012

E é 6ª feira outra vez...

... e vem aí um fim de semana animado. Senão vejamos:

  • começa já hoje com um jantar entre amigos com uma participação especial - o "sobrinho" emprestado, que por ser o primeiro do grupo, pertence-nos a todos!
  • amanhã é dia de experimentar pilates por casa - parece-me que vai ser uma aventura jeitosa;
  • domingo tenho todo o dia um workshop de fotografia - parece simples e básico - mas é mesmo isso que eu preciso!

Além disso, comprei ontem 2 livros do Gabriel García Marquez - Cem Anos de Solidão e Amor em Tempos de Cólera - por um preço simpático (18€ os 2) na feira dos livros da Leya, e parece-me que vou poder ocupar os meus tempos livres nos próximos meses a ler livros de qualidade. Este mês "Para a minha irmã" já desapareceu e "O Rapaz do Pijama às Riscas" já vai a meio: tenho 3 na queue (sim, é geek talk) - O Leitor e os tais que comprei ontem.

Ainda além disso, o meu pequeno Mackie está um gato fabuloso - além de comer e dormir (actividades que ele desempenha muito bem), está numa de brincar "às guerras" com quem quer que seja que lhe apresente uma mãozita para fazer festas. Tenho os braços e mãos num estado lastimável - mas é por uma boa causa!

E depois disto dito - resta dizer: que bem que sabem as 6ªs feiras!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O dia de Dar Sangue

Hoje foi dia de fazer uma boa acção - graças mais uma vez à Vera que me fez o enorme favor de me inscrever. Sim, esqueci-me de me inscrever.


E lá fui eu, dar sangue!

Tenho a minha boa acção feita... mas como "no good deed goes unpunished", a seca de hora que tive que esperar vai-se reverter em mais uma horinha de trabalho que tenho que fazer logo no finalzinho do dia, só para acabar bem. Sim, porque por mais que seja uma boa acção ir dar sangue - o meu trabalho está cá para mim - e não desapareceu enquanto eu fui e vim!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

My Sister's Keeper - Opinião Pós-Leitura

Sim, já li o livro - cortesia da Vera (obrigada!).

Como tinha imaginado, a Anna mexeu comigo e fez-me questionar uma série de "coisas" que vamos tendo certas ao longo da nossa vida. Temos certo que ajudaremos o nosso núcleo familiar sempre que pudermos e com tudo o que pudermos, temos certo que os nossos filhos ficarão por cá depois de nós irmos, temos certo que todos temos uma vontade de viver que supera as mais difíceis batalhas das nossas vidas.

... mas e quando não é assim? E quando ficamos cansados da vida - ou da forma de vida - que temos ? E quando, para "o bem da família" perdemos a nossa identidade e os sonhos vão pelo ralo? Anna é a personificação desta realidade: ela perde-se enquanto pessoa para manter a família enquanto família - da qual Kate é o centro. Entendo que o fosse - a doença serve até como único pretexto e mais do que suficiente: mas quando há mais do que um a pedir atenção, ou somos capazes de isolar cada um enquanto pessoas ou tomamos as decisões erradas. Jesse e Anna perderam os pais para a irmã. Porque é que eu não simpatizo com Kate do mesmo modo que com Anna?

A verdade é que só por lá passando é que saberemos o que faríamos, ou como faríamos, ou o que pensaríamos ou sentiríamos. São muitos "íamos" para representar uma única realidade: qualquer que sejam as opções, será sempre difícil a escolha - e lidar com as consequências.

Espero sinceramente que tal sorte não me calhe na sopa, porque pelo menos o desfecho da história do livro não foi bonita. Foi inesperada - mas a meu ver, injusta. Mas lá está - teria eu feito melhor?

terça-feira, 10 de abril de 2012

E pronto, cá estamos!

Para mais uma etapa de trabalho - até às próximas férias.

Estas, serviram para ver pedaços de história, praças fabulosas, cidades saídas de filmes e ruínas imponentes de outros tempos. Não chegou para descansar tudo o que precisei, mas foi meeeesmo meeeeeesmo boooom! :)



Adiante, tenho umas centenas de fotos para escolher, estou feliz e contente e já à espera das próximas, e pronta para iniciar mais uma semana.

E a vossa Páscoa?

segunda-feira, 9 de abril de 2012

I'm back...

.. but I'm not ready to go back to work...

... I certainly need a few more days to rest!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Véspera de Fim de Semana

Fim-de-Se-ma-na. F-i-m-d-e-S-e-m-a-n-a. Outra vez, Fim-de-Se-ma-na.

E está quase.



E vai saber tão bem!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

E hoje...

... é 5ª feira!

Amanhã, é 6ª... e eu vou de féeeeeeeeeeeeeerias!

terça-feira, 3 de abril de 2012

E hoje é dia de viagem...

... e de partida (se bem que vais ficar sempre por cá). Mas também de chegada (a um mundo completamente novo - e que inveja!).

É engraçado como esta dualidade representa uma realidade tão simples mas ao mesmo tempo tão poderosa: vivemos de partidas e chegadas, de encontros e desencontros, de escolhas e indecisões. Mas a verdade é que, seja como for, só queremos é ser felizes.

E pronto, assim se chegou do dia!























(imagem retirada por aí - não sei bem onde, mas achei engraçada)


Amiga, boa viagem! E que possas ser muito feliz!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O cansaço...

... é uma "coisa" um tanto-ou-quanto-mais-ou-menos chata. Não sei porque estou cansada, mas estou. Não sei porque me parece que ando sempre a cair de sono, mas ando. Não sei porque me dói os olhos e a cabeça em cerca de 70% dos meus dias, mas dói.

Como diria a minha avó, e é raro ela não ter razão, este tempo trás moléstia. Não é tempo do tempo que se tem feito sentir, e isto trás um desconforto e uma azia que já me mete fastio. Não é azia daquelas azias do estômago, mas é uma azia que torna os dias mais difíceis - e agoniantes.

Mas porquê? Eu que até sou uma boa moça, que não faço mal a ninguém, porque é que isto me atormenta?