"Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver. 23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse... e foi assim."- Maeve Jinkings
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
E agora?
Vamos ver séries! Na lista para hoje estão:
- Anatomia de Grey
- Bones
- The Vampire Diaries
- Scandal
E perguntam vocês: E foste correr ? Não. E já trabalhaste tudo hoje? Não. E não te sentes terrivelmente mal por isso? ... não. Vou ver as séries, depois faço o jantar, e depois trabalho um bocado. A corrida fica para amanhã, no ginásio. Até já!
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Trabalho trabalho...
... é coisa que por este lado não falta. Passei a semana a trabalhar a 1000, ontem até às tantas e hoje toda a tarde. Já adiantei aqui umas coisas, mas cheira-me que amanhã estou aqui outra vez batida a bater código. The upside? "T., fazes o jantar por favor que eu estou a trabalhar?"
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Amigos
Fazem, sem dúvida alguma, uma parte substancial da nossa vida. Esta semana, a C. está cá, em Portugal. Já jantei com ela no Domingo, vou jantar na 3ª que vem e dia 1 de março, com a Vera também. No domingo, a sopa de peixe estava muito boa, mas o que soube mesmo mesmo bem foi a companhia - e que saudades que eu tinha! Foi uma noite agradável, bem regada, com boa conversa, boa música, boas histórias, novidades e discussão de planos. Na terça, vão-se juntar a nós amigos do departamento, que fizeram (ou no meu caso ainda fazem) parte dos dias do trabalho - e vai valer mais uma vez pela companhia. E dia 1, vai ser ainda melhor, mais uma vez pela companhia. Tenho saudades das duas, e por isso há que aproveitar os pedaçinhos de tempo que temos para passar juntas. Ah, amigas amigas!
As modas são o catano...
... e esta última deixou-me completamente atónita: Harlem Shake. Depois dos flash mobs, do Psy & Gangnam Style, o Harlem Shake. E agora é ver no face e no youtube e em tudo o que é recanto da internet vídeos virais do Harlem Shake. Até o T. disse "haviamos de fazer isto lá no departamento". E pronto, é desta que vamos desatar a dançar feitos malucos para um vídeo na internet ao estilo Harlem Shake. E pronto, é isto.
Menos de 1 mês...
... para a primeira prova. 17 de março é o dia de anos do T. e vai começar por uma visita ao Porto, para eu correr a Corrida do Dia do Pai. Chegou a hora de passar aos 7 quilómetros, e não estou propriamente confiante. Os 5 já estão dominados (se bem que ainda preciso de mais de 30 minutos para os correr) e agora é apressar os 7. Na semana passada, só fui correr 1 vez, e no fim de semana nem vi as sapatilhas... esteve frio, a chover, e o cansaço derrotou-me. Amanhã espero ter tempo (aka vontade) para palmilhar 7 quilómetros. O itinerário vai ser este:
7 quilómetros certinhos (3,5 para cada lado, ida e volta), menos de 43 minutos. Itinerário iluminado, cheio de gente, sempre a direito, sem voltas ao quarteirão. Amanhã, atualizo o status! Wish me luck!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Nostalgia
Hoje, pela hora do café, a conversa caiu no judo. E eu, instantaneamente, senti saudades. Saudades do tempo que já lá vai (apesar de eu dizer centenas de milhares de vezes que não tenho saudades, não é bem bem verdade...), do judo em si, das pessoas, do sítio. Já lá não vou faz 8 anos. 8 anos numa vida não é muito tempo, mas olhando para trás, é tempo suficiente para me matar de saudades. Fiquei nostálgica, quando me lembrei das horas passadas no tatami, das pessoas do dojo e até do meu quimono. Senti falta de arrumar o saco, dobrar o meu cinto com cuidado, dos vestiários, e do branco das vestimentas. Senti saudades de atar o cinto: primeiro o branco, depois o amarelo, o laranja, o verde e por fim o azul, que foi onde parei a minha instrução. Senti saudades de dar o nó, ajeitar as abas do quimono e... agarrar a aba do parceiro. "Desiquilibrio, técnica, força e cair no chão". A disciplina, o respeito e a amizade que se gera naquele ambiente é eterna. Uma vez judoca, para sempre judoca. E hoje, tenho saudades. Saudades até das caimbrãs, das nódoas negras e dos pulmões comprimidos quando a queda não era feita em perfeitas condições. Sinto saudades da textura do casaco, do cheiro característico do espaço e do cansaço quando, depois de duas horas de treino, finalmente nos despedíamos do tapete verde. Sinto, acima de tudo, saudades de mim e apetece-me chorar porque vejo hoje que deixei ir uma parte de mim importante o suficiente para, 8 anos depois, ainda saber o que é o ippon, o koshi-guruma, o sumi-gaeshi e outras tantas por aí. Saber que quando estamos em apertos, 2 toques no parceiro ditam a nossa derrota. Que quando caímos de costas, acaba o combate. Deixei ir, e parece que desisti. E no final das contas, eu gostava daquilo. E desisti. E tenho pena, e saudades. E é isto.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
I'm back!
Voltei ontem à corrida: 5.5kms, 33 minutos. Chegou a hora de passar ao próximo nível: 7kms.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Baldas
... é o adjectivo certo para mim durante a semana passada. Treinei zero para a corrida... e portanto esta semana tenho que compensar!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Mudanças
São constantes na vida. Para mim, está a chegar uma. Quer dizer, é para nós - e não tenho dúvidas que as mudanças são boas. Cá dentro, bem no fundinho, desejo que no final do dia, nada mude. Que nos vamos continuar a falar, a saber que comprámos cortinas novas, a partilhar confidências e histórias e gostos e maluqueiras. Cá bem no fundo, desejo poder continuar a acompanhar a saga "casamento", e "férias" e "casa nova" - projetos e sonhos e concretizações. Estes e os que estão para surgir. Porque a amizade é mesmo importante, porque faz sentido e nos dá sentido também. Desejo-te tudo de bom, toneladas de sucesso e tudo o que mais houver - e espero que continues por "aqui", uns dias mais outros menos, e que o "aqui" seja sempre perto.
São só 70 kms, mas ainda é muito quilómetro.
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