Eu já sou dadora. Sempre fui. E quero mesmo mesmo que um dia o telefone toque e eu possa ser o PIN de alguém.
A Ursa está careca de quadripolarizar a doação de medula óssea e hoje, depois de ver mais um post a falar acerca do assunto, parei um pouco para reflectir. Porque também eu sou culpada - tenho em casa quem pode ser dador e ainda não lhe falei do assunto. O T. pode ser o PIN de alguém também. O meu irmão também. E a minha cunhada também. E a minha mãe, e o meu pai e o pai do T. e a mãe do T.
Porque é muito mais do que "ir ali dar sangue". E dar esperança a alguém. Mesmo que não sejamos o PIN, somos muitos. E sendo muitos é mais fácil. Porque hoje são os filhos dos outros, amanhã podem ser os nossos. São pessoas (muitas e muitas) novas, com a vida pela frente, cheios de força de viver, com vontade de ver o mundo, e fazer pelo mundo. A nós, cabe-nos fazer a diferença. Vou já espalhar o recado!






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