quarta-feira, 31 de outubro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Polar Post Crossing 2012


i'm in! mais detalhes aqui.
E depois, algures em Dezembro, vou receber um postal "à moda antiga".

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

old school girl

Sou uma rapariga old school. Noto-o em muitas situações, mas de cada vez que pego no telemóvel sinto-o claramente. Sinto falta das teclas. Do som. Dos cliques. Do feedback. De conseguir escrever uma mensagem apenas com uma mão e sem ter que olhar para as teclas.

Estes novos telemóveis são todos touch, e eu quase que os detesto. Fazem-me sentir desconfortável, incomodada. Já prefiro ligar a alguém a ter que mandar uma mensagem. Demoro 100xs mais tempo a escrever uma mensagem agora. E fico triste. Porque investi uma pequena fortuna num telemóvel que agora me apetece deitar janela fora.

Sou old school. E queria ter um telemóvel de teclas.

sun's shining!


E isso significa que as obras lá em casa irão recomeçar a bom ritmo. Status? qua-se. Falta lixar as paredes. E tratar as madeiras. E pintar as paredes. Fora isso, está feito.

Boas notícias no início da semana!


domingo, 28 de outubro de 2012

showRSS

Descoberta fabulosa acabadinha de fazer. Uau, a minha vida ficou muito mais fácil! =)

Produtivo

... é um bom adjectivo para o meu fim de semana. Fiz muitas coisas. Muitas coisas da minha todo list, e ainda além. Descansei muito, orientei prendas de natal (e cheguei à conclusão de que sou muuuuito má para artesanatos, o que é uma pena lol), vi filmes e séries, comprei bilhetes para o Cirque du Soleil, arrumei toneladas de coisas, limpei o meu jardim.... enfim. Foi bom. Muito bom.





Faltaram as fotos. E a leitura. Mas fiz muitas outras coisas. E de momento, as far as I'm concerned, foi um bom fim de semana.

Venha o próximo.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Foi uma semana de loucos

esta que se está agora a findar. Acho que fiz um bocadinho de tudo, sem ter feito muito de nada - além claro está de ter que bater os calcantes no trabalho todos os dias pela manhã e trabalhar que nem uma moura.

A verdade é que não tenho vida. Tenho imensos projectos, vontade de os implementar, imensas ideias, imensas vontades e wishes e todo lists. Mas a maioria fica por aí mesmo - por vontades. Não faço de propósito, e chego a sentir-me culpada: não faço jantar, não arrumo a casa, não passo a roupa, não tiro fotografias, não vou ao ginásio tantas vezes como gostaria, não vejo viagens, não vejo séries, não faço a planificação das prendas de natal, nem planeio com antecedência as prendas de aniversário que quero oferecer. Nisto, como imaginam, a minha vida resume-se a: levantar - enfiar qualquer coisa pela garganta abaixo - trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar - almoçar - trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar - voltar para casa - enfiar qualquer coisa pela garganta abaixo como jantar e... dormir. Para recomeçar tudo no dia a seguir. Quase que me sinto revoltada e invejosa e furiosa quando sei que há pessoas (oh abençoadas) que às 17h30 da tarde picam o ponto para sair. Sem culpas, sem remorsos, sem medos, sem frustrações. Picam e saem. Porque "amanhã também é dia".

No meu caso em particular, amanhã também é dia, mas era muito melhor "se fosse para hoje". Queria mesmo, com todas as minhas forças, ser uma mulher exemplar. Que trabalha, que trata da casa, que trata de si, que trata da família e que ainda tem tempo para "dar tempo" aos amigos. A verdade? Não sou. Tenho que andar sempre a correr, a dispensar a quem me merece toda a atenção do mundo pedaços dos meus dias, e a deixar ficar para "amanhã" o que eu queria mesmo mesmo mesmo fazer hoje. Mesmo. Sim, eu sei, há milhares de pessoas que poderiam dizer o mesmo, em muitos locais do mundo. Mas com os males dos outros posso eu bem. Os meus é que me apoquentam e chateiam. Sabem o que seria fe-no-me-nal, este fim de semana? Eu conseguir proceder à "limpeza da minha consciência":

Ir ao ginásio (hoje. e domingo).
Atualizar este blog (que já sente falta de atenção e bons posts).
Tirar umas fotos (boas fotos, fotos que me encham a alma).
Atualizar a minha lista de prendas de natal, embrulhar as que já tenho e planear mais umas poucas.
Atualizar o excel da viagem à Escócia (que quero mesmo mesmo mesmo fazer).
Ver os episódios de Grey, Castle, Vampire Diaries, Mob Doctor e Mentalista que tenho já à espera.
Ver a "Bela e o Caçador".
Ir ao cinema ver o "Frankenweenie" (ou o 007, uma vez que o Fw não está ainda em Avr).
Ler um bocadinhooooo da "queda".
Tratar das prendas de aniversário que se aproximam.
Acertar o orçamento familiar e refazer previsões.
Arrumar a garagem de casa.
Arrumar os armários da casa onde estou agora "refugiada".
Analisar bem bem bem a casa "nova", para ver se está a ir tudo em condições.
Descansar.
Dormir.
Namorar.
Ir às compras. Para casa. Para mim. Para o T.
Estar com a família (num almoço ou jantar a combinar).
Estar com os amigos. Num sítio qualquer. Nem que seja só "por um bocadinho".

Em suma, não vou conseguir fazer isto tudo. Mas saber o que tenho que fazer já é bom. E eu ficaria muito feliz se, Domingo à noite, tivesse esta lista toda riscada. Para poder adicionar mais coisas sem ficar em pânico só de olhar para isto.

Estou tãaaaaao coiso que nem parece sexta-feira. Seis horas, podem chegar por favor?


terça-feira, 23 de outubro de 2012

10

é o número de horas que já tenho hoje no costado. Ah alegria!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

cogito ergo sum

... e como tal, tenho opinião. Acerca de tudo. Senão vejamos:

  1. o meu sporting só me dá desgostos. se acho que a culpa é do domingos, do sá pinto, do carvalho, do peseiro ou do oceano? não. acho que a culpa é principalmente da direcção. precisamos de sangue novo, caramba! acho que a culpa é dos adeptos, que a cada derrota querem mandar os treinadores embora. é preciso calma, irra! acho que a culpa é dos jogadores. independentemente de gostarem ou não do scp, é o scp que lhes paga e lhes mantém os luxos. joguem, diabo!
  2. este tempo é uma m***. lá fora, está frio. aqui dentro, está um calor que não se pode. Quando saio porta fora sinto-me péssima. parece que saí de uma época que não esta, e toda a gente está preparada para o tempo que se faz sentir, menos eu.
  3. preciso de férias. preciso de descanso. quero viajar. ir à Escócia. ver o monstro do lago ness. ver os museus do whisky. passear em edimburgo. mas férias só para o natal. damn.
  4. preciso de umas idas ao ginásio em condições. entenda-se ir para estar a suar as estopinhas tempo suficiente para poder enfardar ao jantar sem me sentir culpada. tempo, onde andas?

Por outro lado,
  1. já iniciei os preparativos de natal. tenho n ideias, projectos, coisas para fazer. e que bem que isso me faz sentir!
  2. tenho a casa quase pronta. quase quase. quase quase quase.
  3. estamos quase a 2 meses da véspera de natal. só pode ser bom, certo?

Penso, logo existo. Mas havia coisas que eram escusadas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Ironia?

Não. Oportunidade.

Eu - Mas vamos comprar um exaustor novo?
T. - (já cansado da conversa) Não sei. Uma coisa de cada vez. Já gastaste pipas de guito este mês. Sossega
Eu - (aborrecida) Ainda me hás-de dar razão. Depois quero ver o cagaçal que vai ficar na cozinha! Era muito mais fácil se fosse feito agora!
T. - (silêncio)

Passadas 2 horas:

Eu -  O meu irmão tem uma wii para vender por 130€.
T. - Diz-lhe que damos 100€. Se ele quiser, negócio feito.
Eu - (incrédula) o_O

Conclusão: não temos exaustor.  Mas temos uma Wii.

Vá-se lá perceber estas coisas!

Valeis muito mais que os passarinhos do ar

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ZEynMu79TuY#!

Fiquei com os olhos rasos de lágrimas, de tão bom que foi ver este vídeo. Não pude deixar de pensar nos meus pais, e de sorrir só de saber que ainda os tenho comigo. Apesar de lhes dizer muitas vezes o quanto os amo, não posso deixar passar hoje sem os lembrar que são uma parte muito importante da minha vida.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Quase bom demais para abrir

... é o título da campanha de Natal da IKEA.

Um monte de presentes embrulhados com um bonito papel.

E eu concordo! :)

domingo, 14 de outubro de 2012

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

E se eu vos dissesse...

... que a 9 de Outubro de 2012, comprei a minha primeira prenda de Natal deste ano?

Ah pois é! :)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Dead line is...

Outubro'2012 - asap
ler "a queda dos gigantes". nos meus cadeirões novos. na minha casa "nova".

Outubro - Novembro'2012
casa pronta e arranjada (se possível, com orçamento reduzido e muita alegria).

Outubro - Dezembro'2012
preparar o natal: fazer listas, orientar prendas, comprar porcarias e organizar jantaradas.

Outubro'2012 - *
arranjar um carro. Bom. Bonito. Barato.

Dezembro'2012 - Março'2013
Planear viagem à Escócia (com um orçamentozinhooo).

Hoje, acordei e uma ideia assaltou-me o cérebro:

Estamos tramados. Por tudo. A verdade é que, se por um lado a última coisa em que me apetece pensar é a crise, não posso fugir dela.

Acordo cheia de alegria, porque tenho n projectos espectaculares em mente, mas depressa a alegria se esvai ao pensar "e dinheiro?". Queria remodelar a minha casa sem pensar no preço da tinta, dos tapetes, das cortinas e da estante que quero tanto comprar. O meu lar já é fabuloso, mas eu podia torná-lo ainda melhor, houvesse dinheiro.

Queria comprar um carro novo, para nós, e porque precisamos tanto dele, mas e depois? Seguro, combustível, prestação... será que conseguimos continuar a comer?

Queria viajar para a Escócia no próximo ano... mas e se o IRS me esmaga as poupanças e eu tenho que ficar apeada? E se os subsídios já não chegarem para amontoar naquela continha pequenina que temos para as emergências?

Queria planear o Natal, sem pensar em custos. Queria que o DIY das prendas e lembranças fosse apenas porque gosto. Mas não é. Queria colocar todo o meu carinho e amor nas coisinhas que vou fazer, e queria que as pessoas o recebessem de gosto simplesmente porque foi feito por mim. Não queria ter que dizer "isto  está difícil" ou ouvir de volta "este ano não pudémos comprar presentes"! Sei que este é um pouco, como dizer, superficial, mas digam-me lá que Natal é que não tem frutos secos, bacalhau, batatas, bolo rei, ovos moles, pão de ló de Ovar, tortas e leite creme, rabanadas e filhoses e velharacos e molotof? Os camarões, o vinho, a boa mesa... a família. Vejo isto um bocado ameaçado este ano. Porque sei que a família vai falar da crise numa noite em que, digam o que disserem, o menino Jesus está lá para nos juntar na mesma casa, na mesma mesa, na mesma alegria. Porque sei que, logo ali ao lado, vão haver meninos que não vão ter nada disto, e nem é preciso falar das prendas.

Não sei onde isto vai parar, mas quer-me parecer que não será num sítio bom. Este artigo abaixo, mostra os enormes impactos que não são calculados nos pareceres dos nossos governantes. Não pude deixar de partilhar.

«Quando o Governo subiu o IVA de 13 para 23% na restauração, António, temendo as consequências da subida de preços no seu pequeno restaurante de Campo de Ourique, resolveu encaixar ele o aumento...
sem o repercutir no preço das refeições. Aguentou até poder, mas mesmo assim a clientela começou a baixar lentamente: parte dela, que lhe assegurava umas trinta refeições ao almoço e metade disso ao jantar, era composta por funcionários públicos, que trabalhavam ali ao lado e cujos salários e subsídios tinham diminuído, com a medida destinada a satisfazer as condições do "ajustamento" da economia.Quando reparou que Bernardo, um cliente fiel e diário, tinha passado a frequentar os seus almoços apenas três vezes por semana, António tomou aquilo como sinal dos tempos que ai vinham: sem outra alternativa, despediu a ajudante de cozinha, ficando apenas ele e a mulher no serviço de balcão e mesas e, lá dentro, um cozinheiro sem ajudante. Mas a seguir notou que também Carolina e Deolinda, que vinham almoçar umas três vezes por semana, agora vinham apenas uma e pouco mais comiam do que saladas ou ovos mexidos. Em desespero, teve de subir os preços e Eduardo, um reformado cuja pensão tinha diminuído, desapareceu de vez. Foi forçado a cortar drasticamente nas compras a Francisco, o seu fornecedor de peixe, e a atrasar-lhe os pagamentos: com cinco outros restaurantes, seus clientes, na mesma situação, Francisco viu o seu lucro reduzido a zero e optou por fechar a sua pequena empresa e inscrever-se no Fundo de Desemprego.Mais tarde, quando Gaspar, o ministro das Finanças, anunciou mais um aumento do IRS e declarou que o "ajustamento" não se faria através do consumo interno, também Bernardo desapareceu para sempre e, depois de três meses sentado na sala vazia, dando voltas a cabeça com a mulher e tendo ambos concluído que já era tarde para emigrarem, António tomou a decisão mais triste da sua vida, encerrando o restaurante Esperança de Campo de Ourique e indo os dois engrossar também o rol dos desempregados a conta do Estado.Apesar de ter gasto parte, agora importante, das suas poupanças de anos a anunciar o trespasse, António não conseguiu que ninguém lhe ficasse com o estabelecimento e não lhe restou alternativa senão entrega-lo ao senhorio Henrique, para não ter de pagar mais rendas. Quando desabou, demolidor, o novo aumento do IMI, já Henrique tinha desistido de conseguir alugar o espaço ou mesmo vender o imóvel: não pagou e deixou que as Finanças lhe levassem o prédio.Assim se concluiu, neste pequeno microcosmos económico de Campo de Ourique, o processo de "ajustamento" da economia portuguesa: vários trabalhadores reconvertidos a marmita, cinco outros desempregados, duas pequenas empresas encerradas e um senhorio desprovido da sua propriedade.Nessa altura, Gaspar, Rufus e Selassie deram-se conta, com espanto, de várias coisas que não vinham nos livros: que, apesar de aumentarem sistematicamente a carga fiscal, podia acontecer que a receita do Estado diminuísse; que os sacrifícios sem sentido implicavam mais recessão e a recessão custava mais caro ao Estado, sob a forma de mais subsídios de desemprego a pagar; que uma e outra coisa juntas não tinham permitido, ao contrário das suas previsões, diminuir o défice ou a dívida do Estado; e que o que mantinha o país a funcionar não eram as grandes empresas e grupos económicos protegidos, nem sequer os 7% de empresas exportadoras, mas sim os 93% de empresas dirigidas ao mercado interno, que respondiam pela esmagadora maioria dos empregos e atendiam as necessidades da vida corrente das pessoas comuns.E, passeando melancolicamente nos jardins de Yale, numa chuvosa manhã de Thanksgiving, Rufus e Selassie deram com um velho cartaz colado a uma parede, desde os tempos da primeira campanha eleitoral de Bill Clinton: "É a economia, estúpidos!"»


in Cocó na Fralda

domingo, 7 de outubro de 2012

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Só porque me apetece...


... e me trás boas recordações!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Sorriso #1

Tenho 5001 tipos de sorrisos. Os que mais utilizo são o #1 e o #33. E isto dá-me para pensar: "porque raio é que não lhes deste nomes sequencias - tipo #1 e #2, uma vez que são os que usas mais?"

A resposta surge tão naturalmente "como a água": porque seria demasiado simples. E eu, que até posso ser muita coisa, não sou definitivamente simples. E hoje é dia de sorriso #1.