segunda-feira, 30 de julho de 2012

O fim de semana

passou a alta velocidade. Entre tentar descansar alguma coisa, arrumação de malas, idas ao aeroporto e visitas à família, quando dei conta era Domingo à noite.

Vejo-me sozinha mais 3 semanas. Tenho muito que fazer, aproximam-se as férias e eu já começo a sentir aquele "cheirinho" característico do dolce faire niente. Entretanto, atropelam-se os festivais, feiras e festas. Procuro arranjar um espacinho para todas, porque quero ir a todas. Quero ver grandes veleiros, quero dar um saltinho aos tempos medievais, quero provar o bacalhau, quero ouvir a música. Sei que vai passar depressa.

Mas não significa que goste.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

De novo sexta-feira...

... e aproxima-se de novo uma viagem do T. ao Rio. Mais 3-5 semanas.

É bem como o povo diz... não há bela sem senão!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

A realidade não morde.

Só enquanto não estamos mesmo no meio dela.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

domingo, 22 de julho de 2012

Água Hotels - Mondim de Basto

[SPA no Água Hotels - Mondim de Basto - Julho 2012]

Sim, chegámos. Temos uma vista fabulosa, no meio de nenhures. E temos o SPA ali mesmo ao lado para aproveitar!

Cyaaaa!

Pedro Abrunhosa

Fechou o Marés 2012.
Não foi nem melhor nem pior do que estava à espera. Foi igual a ele mesmo... e só fez bem.

[foto daqui]

Pena que, na última noite, já estávamos estoiradíssimos, cansadíssimos, e cheios de vontade de dar a "época" por acabada.

E quando acabou, ao sair do recinto pela última vez, pensei que não poderia ter corrido melhor - muito por causa da companhia (ali da Vera & Cmp). Para o ano, lá estaremos de novo - cheios de vontade de curtir mais uns concertos!


sábado, 21 de julho de 2012

Pousada da Juventude

Tem uma vista espectacular...


... mesmo do outro lado do rio, frente ao Marés. Aproximam-se usn diazinhos de férias, e estar aqui sabe mesmo bem.

Agora, ouve-se João Só e Abandonados... e descansa-se um pouco antes de mais uma noite - a última - de festival.

Caladinhos!

Depois de um bom almoço no Papagaio (em Espinho), chegou a hora de provar um doce típico aqui da zona (como se doces fosse coisa que não ando farta de comer)...

São os caladinhos, e parecem um cruzamento entre caramujos (aka faróis) e farturas! Aqui estão eles!

[caladinhos no papagaio em Espinho]



Billy Idol e Gogol Bordello

Foram grandes atuações, ontem.
Não estava à espera de um Billy Idol cheio de energia, garra, dinamismo e vontade de encantar o público português, que encheu o recinto do Marés Vivas.
Não estava à espera de saltos, pulos, viagens ao público, mudas de roupa, horas de concerto.
Não estava à espera que achar Billy Idol muito melhor que Garbage. Mas a verdade é que foi.

«Show Fullscreen»
[foto daqui]

E na continuação, Gogol não decepcionaram. Conhecia 1 ou 2 músicas, mas pulei e saltei em todas. Adorei, e desejei poder vê-los mais vezes.

[foto daqui]

No final da noite, estoirados - mas muito divertidos - caí na cama e fiquei com a ligeira sensação de que, se Franz tivesse sido no mesmo dia, não seria preciso mais nada para fazer um trio de sucesso.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Garbage e Kaiser Chiefs

... foram ontem uma grande e média desilusão, respectivamente. Estive completamente desligada - e aborrecida.

Valeram os The Paperboats, em que o pouco tempo que lá estivémos deu para ouvir boas músicas conhecidas.


Para hoje, temos Ebony Bones, Billy Idol e Gogol Bordello. E uma manhã inteira para dormir amanhã. Sim, porque hoje é sexta-feira, temos concertos na calha & é o princípio de 4 dias de mini-férias!

Welcome weekend!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Franz Ferdinand

[notícia no "jornal de notícias" aqui]

Foi uma boa surpresa! O Marés reserva-me sempre alguma coisinha boa, principalmente quando vou céptica e queria-era-mesmo-vir-no-dia-de. Ontem, fui descansada (afinal, tenho o passe para os dias todos), e esperei para ver se seria mesmo tão bom quanto me tinham dito.

Sim, foi. Foi um concerto divertido, cheio de groove, com músicas mais-ou-menos conhecidas (por mim) - mas nem por isso menos animado e sensacional. As 2 músicas que eu conhecia de cor, foi cantar e pular até não dar mais.

E... adorei o visual. Os bigodes, o cabelo à escovinha, as camisas sem colarinho ou debruadas a amarelo, deram-lhes um ar definitivamente muito... diferente. Foram impecáveis. 5* mesmo.

[imagem by love.photographer]

[imagem by love.photographer]

No final, assistimos a um fecho original, e respirámos de alívio porque já-estamos-quase-a-poder-sentar!

Hoje, temos Garbage e Kaiser Chiefs. Esperemos que seja mais uma vez de arromba!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

31º

é a temperatura que faz hoje em Aveiro. Calooooooooooooooor, sem ponta de vento (que aqui não é normal), abafado e mesmo mesmo mesmo à moda de estar na esplanada a beber alguma coisa fresca. Ao invés, estou aqui encafuada, a desesperar pelo fim de semana.

Ah pois, quase que me esquecia... Para o final de semana, esperam-se descidas de temperatura.

Parece-me que até o São Pedro está feito com a crise... it sucks!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

And here we are again...

... para mais uma semana.

Para variar um pouco, esta começa adoçada por umas "balas".


Diretinhas do Rio de Janeiro!

sábado, 14 de julho de 2012

42 dias depois...

chegou o T.!

Tal como eu previra, chegou cheio de histórias, malas, prendas, risos e expressões!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

E é já amanhã!


Amanhã. Amanhã é o dia da chegada.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Hoje...

... quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, amar mais. Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipocas, ler ainda mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero uma tatuagem. Quero olhar-me mais. Cortar mais os cabelos. Apanhar mais sol e mais banhos de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais.


Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar mais para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos de quem me fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. 


“E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha". - Fernando Pessoa

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O alcançe da solidariedade...

... e o bem que isso (nos) faz é um tema largamente discutido nos dias de hoje, em que a crise arruina famílias, desgraça empregos, sacrifica pessoas.

Há sempre um familiar/amigo/conhecido que passa dificuldades, pessoas que conhecemos nos nossos dias e nas nossas horas. Pessoas com rosto, com voz - e a essas é sempre mais fácil ajudar. Porque estão ali, porque fazem parte de nós ou das nossas vidas.

Mas e quando, num apelo à blogosfera contando uma história (lá está, de alguém que faz parte da vida de alguém) sobre uma criança e os seus pais, também se gera uma onda de solidariedade? Somos um povo solidário, dado às causas humanas, e gostamos de ajudar.

Sim sim, existem n de pessoas e crianças com dificuldades neste mundo, mas a Bia tem um rosto para alguém, e portanto também tem para mim - numa iniciativa conjunta com a Vera, juntámo-nos à causa e ajudámos como pudémos.

A história da Bia (e respectiva família) é tão simples como bonita, cheia de coragem, força e vontade de viver.
Deixo-vos assim um pequeno excerto da sua história, do sítio onde a conheci:

""Tens um mano na tua barriga?" - entrou de rompante pelo meu quarto. A mãe, internada no quarto ao lado, tentou demove-la. " Não incomodes a senhora! Anda cá!". Mas ela continuava a olhar para mim, de pé, à beira da minha cama de hospital. Olhos azuis, cabelo louro, 4 anos de gente.
...
A mãe, pálida e com ar gasto, grávida do mesmo tempo gestacional que eu, a contar-me da leucemia da filha, dos tratamentos de quimioterapia, da gravidez que pode ser uma esperança de vida, de mais vida ainda, o verdadeiro milagre da vida, para a filha que já vive. Das possibilidades de compatibilidade do novo bebé, que entretanto ganha pouco peso no útero, fruto do sistema nervoso da mãe que, internada, não acompanha pela primeira vez, em dois anos e meio, o ciclo de químio da filha.
...
E a menina canta- me aos pés. Elevo-a no elevador da cama, fica alta no cimo do colchão elevado. "Vou tocar no sol!"- e não parece doente, enquanto escorrega pelas minhas pernas, se ri às gargalhadas e folheia um livro que me ofereceu uma leitora deste blog.
A mãe a insistir que me deixe sossegada, sorriso exausto. Está desempregada, " ninguém dá trabalho a uma mulher que tem que faltar uma semana por mês para acompanhar a filha na quimioterapia". E, agora, internada. O marido teve que meter baixa para a substituir- "o dinheiro da baixa não vem logo no mês em que gozamos a baixa, este mês nao sei como irá ser". A filha, tagarela, dá gargalhadas e, por um momento, o sorriso abre-se, alheio aos problemas. Acaricia a barriga, como que a regar o crescimento do bebé que aí vem.
...
Lembro- me das discussões que temos tido acerca da preservação de células estaminais. Banco Público ou empresa privada? Se colocarmos no Banco Publico e aparecer alguém que precise, a nossa filha fica sem as suas células disponíveis. No Privado as células serão sempre guardadas para ela.
E a menina ali ao lado, a precisar de um transplante de medula. Não pode haver egoísmo na humanidade. Nem umbiguismo. Se a nossa filha fosse compatível, não hesitaríamos um segundo, sabemo-lo com o olhar, as palavras não são precisas.
E, finalmente, respondo "Sim, tenho uma (m)Ana na barriga!". Porque todos os bebés deveriam ser irmãos da menina.
A minha sê-lo-á."
em Quadripolaridades, aqui

"A mãe da Bia não me pediu nada nem eu queria pedir nada quando decidi contar a história da menina. Queria, tão só, partilhar convosco como por vezes nos centramos nos nossos problemas e no nosso umbiguismo e não nos damos ao trabalho de olhar para o lado e ver como há pessoas que nos dão lições de vida, sem se queixarem e sem auto-comiseração. Como podemos marcar a diferença se pensarmos macro e nos virmos como um todo, uma corrente de seres humanos interligados e que se podem ajudar com coisas simples. E queria, finalmente, explicar porque vou optar pelo Banco Público quando a minha filha nascer ao invés de pagar a um banco privado. 
Então, explicar à mãe da Bia que tinha amigas que a gostavam de ajudar foi complicado. É estranho explicar a alguém que "sabes, tenho um blog e as pessoas não me conhecem mas falei da tua história e querem ajudar-te!" soa meio weird. Mas a mãe da Bia não complicou e, comovida mas com a dignidade que lhe reconheci desde o primeiro dia, não nega a ajuda que lhe quiserem dar e que será, com toda a certeza, oportuna nesta altura. 
A mãe teve alta e está a descansar em casa agora, à espera que o novo bebé ganhe mais peso e lhe possa ser agendada a cesariana. Vai-se chamar Guilherme. 
A Bia continua em tratamentos, uma semana por mês faz quimioterapia no IPO de Lisboa. Mas deviam conhecê-la e perceber a energia que ela tem. Uma lição de vida.
E agora percebo a história de "estar de esperanças". Acho é que não se aplica só ao estado da gravidez. Porque, aprendi convosco uma coisa: quando a causa é maior estamos todos de esperanças. 
Um bem-haja a todos."
em Quadripolaridades, aqui

"Ainda estou tonta com a avalanche de amor que aqui demonstraram.
Sei que pedidos de ajuda toda a gente recebe todos os dias. Sei que, às vezes, eu não sou nenhuma benfeitora real e, também eu, ignoro e-mails e status de facebook semelhantes ao que aqui vos deixei.
Mas, quando um par de olhos azuis e um sorriso destes se cruza no nosso caminho, é real e palpável, não há como passar em frente.
Até a esta hora, mais de 300 pessoas partilharam este link de facebook e quase 5000 pessoas conheceram, agora, a história da Bia.
Então, organizando ideias, como se pode ajudar?


  • Primeiro e, mais importante, tornando-se dadores de medula óssea. Tudo o que precisam de saber sobre este assunto está aqui. Bem sei que está calor, que é um maçada ir dar sangue até ao hospital e que há montes de motivos para ir adiando a ida. Mas eu conheço a Bia e- garanto-vos!- a Bia é uma razão suficientemente forte para levantarmos o rabo da cadeira e agirmos. 
  • Organizando no local de trabalho, no clube, no sindicato, nas reuniões de tupperware ou nas da mala vermelha, no ginásio ou na universidade uma recolha de sangue em parceria com o hospital da V. residência. É uma forma de mobilizarem colegas e amigos em torno de uma causa nobre. 
  • Se está grávida doando as células estaminais do cordão umbilical do seu bebé para o Banco Público. Isto é, optando pela criopreservação das células do sangue do cordão umbilical na LUSOCORD.
  • Ajudando monetariamente a família através de transferência bancária para o NIB  0010 0000 2623 6280 0018 3 (by the way, o nome do titular é Christian Zorzytzky, o pai da Bia é alemão. A mãe é portuguesa.). 
  • Angariando fundos para ajudar a família através de ideias giras ou mobilizando as empresas onde se trabalha ou onde se tem contactos numa perspectiva de responsabilidade social
  • Oferecendo bens. A família receberá o novo bebé em breve e sabemos as despesas que isso acarreta. Bens de farmácia, leites em pó, fraldas, soros, toalhitas, roupinhas ou o que se lembrarem que pode ser útil e fazer a família poupar dinheiro nesta fase. 
  • Contando esta história nos V. blogs para a difundir, tal como já fizeram a Me, a Mac, a Leididi, a S* ou aTurista.
  • Divulgando esta história massivamente por e-mail ou através do facebook de forma a podermos fazê-la chegar a tanta gente quanto possível.
E eu? Eu sinto-me pequena, minúscula ao pé de vocês!
Obrigada é pouco para vos agradecer. :)

Eu estou de esperanças. E vocês?"

em Quadripolaridades, aqui

Nós, também estamos de esperanças. E por esse mesmo motivo, fomos à compras e de seguida ao correio, para juntarmos a nossa ajuda à ajuda de muitos:

(cabaz de ajuda da iniciativa)

Tudo de bom para a Bia e o Guilherme e os pais... e que possam sempre viver!


Palavra do dia: Bani Pupi

Explanations here.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Oração da Manhã

Hoje, assim que me levantei, e sem sequer pensar muito nisso, veio-me este pequeno pensamento/oração-mais-prece-que-outra-coisa:

"Senhor, dai-me paciência, que se me dais força, parto-lhes o focinho."

Parece-me uma boa oração para se fazer logo de manhã... porque é a altura mais crítica do dia.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

16 episódios...

de Anatomia de Grey depois, já resolvi alguns problemas existenciais que eu tinha com a série. Foi preciso chegar à season 8 para tal acontecer... mas agora já posso ir dormir mais descansada.

domingo, 8 de julho de 2012

E acabou.

O fim de semana acabou, uma nova semana está aí à porta, e eu só quero que chegue 6ª feira. Este fim de semana foi tudo o que eu previ que se avizinhava. Li, vi uns quantos episódios de meia dúzia de séries, fiz compras, jantei com amigos, e esteve sol.

Agora, está a dar-me a melancolia natural do domingo à noite, e eu não estou preparada para uma semana nova a começar. Queria mais uns dias de descanso - mas esses só para o fim de Agosto é que vou ter.

Estou aborrecida, e sinceramente não quero sair daqui para ir dormir. Quero ver mais um episódio de Grey, mais outro de Diaries, quero ver filmes, quero ficar colada à cadeira e não ter que ir dormir: porque dormir significa que quando acordar, tenho mais uma semana de trabalho à minha frente.

Good news: no final desta semana que ainda nem começou e eu já estou a detestar, é que o T. chega a casa.   Não era tão fixe que amanhã fosse 6ª ?

sábado, 7 de julho de 2012

Hoje, foi dia de Vet!

E mais 6 meses passados... chegou a altura de levar de novo o Mackie ao veterinário. Desparasitar, despulgar, verificar dentes, ouvidos, olhos e coração, a ver se está tudo em ordem com o pequeno lá de casa.

Está mais magro (agora, está onde sempre deveria ter estado), mais bonito e cheio de saúde.

Checked!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

De madrugada...

Acordei sem motivo aparente, e tive uma enorme dificuldade em conciliar o sono de volta. O gato dormia enroscado ao fundo da cama, e ficou aborrecido quando me mexi e o acordei. Olhou-me com aquele olhar de quem foi incomodado - um olhar quase de desprezo absoluto pelo meu mau dormir.
Fiz-lhe uma festinha no pescoço, ele ronronou e desculpou-me pelo meu atrevimento. Mas alheio às horas que aí vinham, depressa me ignorou e se voltou a enroscar numa das muitas posições engraçadas que ele assume. Senti-lhe a respiração a acalmar devagar, e em 30 segundos estava de novo descansado a dormir.

Deviam ser 4 quando acordei - pensei "está frio" e ajeitei as cobertas para me manter confortável - e às 4h30 (eu gosto pouco de esperar) decidi que não valia a pena manter os olhos fechados à espera que o sono voltasse. Até porque a irritação de não conseguir dormir - porque eu queria e precisava mesmo de dormir - já me estava a causar um nervoso miudinho que me dá cabo da paciência e do coração. Chegada à conclusão de que não valia a pena, sentei-me - e voltei a pensar "está frio, bolas!" - , e ponderei ligar a TV, apenas para ver se o barulho e a companhia me ajudava no meu propósito... Liguei então o aparelho (que está desligado há precisamente 33 dias)  cheia de esperança, mas depressa me apercebi de que estava desperta e que a porcaria de programas que dão a essa hora são literalmente uma merda.


"M#$d*, e agora?!?" - eu já praguejava e insurgia-me contra a minha sorte: a verdade é que ando mesmo a precisar de dormir. Os meus dias são cheios de coisas para fazer, assuntos para tratar, coisas para ontem e antes-de-ontem. A isso, costumo juntar-lhe mais um par de projectos, sonhos e desejos para fazer assim que puder. Ando exausta, porque me fazem falta imensas coisas - coisas às quais efectivamente só se dá valor quando elas (ainda que temporariamente) não estão lá para nos fazer sentir melhor - ou neste caso, para nos ajudar a dormir.

Ainda fiquei um bocado a pensar num ou outro assunto - que não interessa nada para o caso - e eram 5 da manhã quando liguei a luz da mesinha de cabeceira - que se vocês vissem, até se assustavam: tem, neste momento, mais 20 coisas do que aquelas que consegue armazenar (entre despertadores, óculos, contas para pagar, bricos, relógios e anéis espalhados, livros empilhados, telemóveis a carregar, phones pousados ao acaso, um jarro com orquídeas e uma taça com os restos do gelado de stracciatella que ingeri depois de um jantar pouco composto... a colher entretanto já tinha caído para o chão, e ficou em cima do transformador do pc que, à falta de espaço na mesinha de cabeceira, ficou no chão) - e peguei no livro do topo da pilha.

Abri o livro (ainda estava intacto desde que pousei no meio dos outros) e respirei fundo. Coloquei os óculos e virei a primeira página. As primeiras linhas prenderam-me, e continuei a ler. Claro está que, 2 horas depois, já a cair de sono, recusei-me a largar a leitura. "Só mais um bocadinho" - pensei eu, e pensei-o muitas vezes. Só nesse pequeno espaço de tempo li passagens de batalhas, de derrotas, de esperanças e temores. Consegui odiar ainda mais o William, adorar mais o Philip, ter compaixão pelo Estevão, e sentir orgulho pela Aliena e pelo Tom. Comovi-me com o Jonathan, irritei-me com o Warelan e o Henrique, e fiquei espantada com a Matilde. Mas queria ler mais um bocadinho. E, quando dei por mim, eram 8h48, já muito além da hora de levantar, e pousei o livro de muito mau grado. Tive que me apressar, mas fiquei mesmo com pena de ter que parar de ler.

O livro, é este:


... e agora tenho sono, estou ressabiada e de mau humor. O meu mau feitio está ao rubro, e só é aplacado por saber que hoje é sexta-feira... e logo vou poder ler mais um pedaço. 
Sexta-feira, podes acabar por favor?

quinta-feira, 5 de julho de 2012

E é quase 6ª feira.

Avizinham-se jantares, praia, compras e almoços. E livros, séries (sim sim, a tal), e filmes. 
Avizinham-se alegrias, risos, sol e... verão.

Porque eu gosto do Verão. Gosto do sol, das cervejas e dos tremoços. Gosto da praia, da água, das saídas e das sardinhadas. Dos piqueniques, das férias, e do dolce faire niente. Gosto do Verão... porque gosto de ser feliz!


quarta-feira, 4 de julho de 2012

10

O número 10 está hoje na berlinda... senão vejamos:

  • estamos novamente na barreira dos 10 dias;
  • ando à 10 anos à procura de algo que me represente para eternizar numa tatuagem, e hoje achei:



Agora, é achar o melhor sítio para colocar a ideia em prática, e esperar que daqui a 10 dias... esteja tudo de volta ao normal!

Never Let Me Go

Hoje, está a ser um pouquinho melhor por causa disto:

terça-feira, 3 de julho de 2012

E qual não é o meu espanto...

... quando ontem, por mero acaso, no meio das minhas divagações (já que não tenho mais nada que fazer quando chego a casa), dei com uma série de nome "The Vampire Diaries".
Ora, como o nome indica, é mais uma série de vampiros... ou pelo menos assim pensava eu. Por curiosidade, vi um episódio... e depois outro, e depois outro.

Qual não é o meu espanto quando me apercebo de que... gosto da série. Até tenho vergonha (sim, vergonha), de dizer que gosto da série. Mas (e há sempre um mas), não me atirem pedras, que eu tenho 2 bons motivos para gostar:

Um, é a história:
Não é centrada na treta do costume dos vampiros, nem há lobisomens pelo meio, nem passam a vida a chorar porque foram mordidos... e só isto é um ponto a favor!

Basicamente, são uma versão adulta e séria de um tema eterno... em que por acaso as personagens são vampiros. O tema é, claro está, o triângulo amoroso entre 1(a) jovem e 2 irmãos (ambos vampiros).

Para melhor me explicar (e do que pude perceber da história), existe uma vampira (que é mto mto mto parecida com a tal jovem do triângulo) chamada Katherine, que anda à eternidades (sim, eles são imortais e ad eternum jovens) de volta do irmão mauzão. Acontece também que a Elena (a tal jovem do triângulo) apaixona-se pelo irmão bonzinho... até se encontrar com o mauzão.
Algumas peripécias depois, percebi que: o mauzão estava apaixonado desde sempre pela Katherine, e, azar dos azares, também a Katherine estava apaixonada pelo bonzinho (dar-lhe nomes era fixe... o mauzão é o Damon, o bonzinho é o Stefan). Aparece a Elena, que está apaixonada tb pelo bonzinho e fica o mauzão assim meio ressabiado: afinal as 2 moças (que são iguaizinhas) que ele amou, apaixonam-se pelo irmão (que azar, pah!).

Decide fazer valer o estatuto de mauzão e começa por querer destruir tudo... mas 3 séries depois (como não vi tudo, não posso opinar) temos que: o Stefan (aka bonzinho) some-se do mapa e 'tá em sarilhos (por um motivo qualquer), a Katherine acaba morta por aí, a Elena apaixona-se pelo Damon (aka mauzão) e fica numa encruzilhada, o Damon salva o Stefan (mas és burro ou quê?!?), desiste da Elena e a Elena... escolhe o Stefan (a muito custo, que vi bem que ela estava mesmo indecisa).

Opinião pessoal nº 1: o mauzão faz mto bem o papel dele, representa 5*, tem estaleca, pinta, carisma e mimimi, e eu acho que ela ter escolhido o Stefan é de um extremo mau gosto.
Opinião pessoal nº 2: podiam ter arranjado melhor adversário para o mauzão, já que na primeira cena entre todos, fiquei completamente a torcer pelo mauzão, e ignorei o bonzinho.
Opinião pessoal nº 3: a Elena é uma parva.

Enfim, eu sei que gostar disto é uma treta, ficar entusiasmada a ver os episódios sucka, mas dêem-me o desconto... porque agora apresento-vos o outro motivo... que é este:

(Ian Somerhalder, aka Damon, aka mauzão)

Agora já não é tão patético gostar da série, pois não? Digam lá, não têm uma pontinha de vontade de ver de que trata a série? Atentem-me bem neste jovem.... e confessem! 

A meu ver, é uma série para sacar, ver e esperar por mais!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Nem sei bem porquê...

... mas hoje estou um bocado... "não eu" - e não gosto.