A verdade é que o meu já anda cansado, exausto, no limite da paciência e da espremedura. Como não gosto de dar parte fraca, levanto-me todos os dias cheia de boa vontade para lutar mais um bo-ca-di-nho, e não tenho muito a ajudar-me: tenho a rotina completamente de pernas pró ar, a pressão/stress no local da labuta está a topo, muitas mudanças repentinas (felizmente transitórias, senão já me tinha dado um colapso) e um completo desiquilíbrio emocional/cerebral está prestes a ocorrer.
Claro que não é nada de grave, nem sério, nem suficiente para preocupar deus-nosso-senhor e incitá-lo a dar-me uma mãozinha. Ele bem que deve pensar "amanha-te que eu tenho mais que fazer", e eu, que remédio, com mais um ou outro empurrão, cá vou levando a vida prá frente, um dia de cada vez, e
Julho, podes chegar por favor?






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